Propaganda Convencional X Branded Content: 4 dicas para a marca cativar seu Público

O Branded Content, em sua estratégia de vincular conteúdo relevante a identidade da marca, sugerindo temas que abordam questões sociais e ambientais, mostrou-se muito mais efetivo do que os métodos tradicionais de propaganda, pois tem a capacidade de levar seu target a refletir valores, assim, o atingindo de modo mais profundo e genuíno.

Enquanto os consumidores se apresentam cada vez mais saturados do bombardeio cotidiano de propagandas convencionais, ao mesmo tempo que ignoram a maioria delas, se apresentam muito mais propensos e sensitivos as ações do Branded Content, que por sua vez tem a maestria de estreitar laços, aproximando o consumidor a marca.

Com uma mensagem trabalhada a favor de ratificar os valores da empresa mediante ao seu público, a contrário das propagandas e anúncios de vendas, que de forma agressiva tentam impor o consumo de produto ou serviço X, esta estratégia o faz de modo sutil, de acordo com os novos conceitos e percepções da demanda.

Dando ênfase a um propósito de interesse comum, mostra o posicionamento da
organização como pró de tal, construindo uma imagem correspondente ao consumidor 3.0, conquistando seu favoritismo, além de ter alto poder de induzir o mesmo a compartilhar e propagar a ação devido seu teor emocional.

Mas antes de por esta estratégias em prática, algumas regras são fundamentais para a produção de um bom conteúdo, por esta razão, seguem aqui a baixo 4 dicas indispensáveis para se o fazer Branded Content:

1. Foco na mensagem não na venda
A investida do Branded Content é deixar o produto/serviço em segundo plano. Conquiste seu consumidor por meio de um conteúdo rico e bem estruturado, que tenha a capacidade de atingi-lo em um ponto emocional, o que o fará associar a identidade da marca a tais valores, que de maneira subjetiva, irá fomentar posteriormente a compra.

2. Compreenda os interesses do seu Público
Tenha como base para suas estratégias a pergunta: o que meu target deseja?

Trabalhe uma proposta capaz de incitar e criar um elo além do comercial, despertando sua atenção para os valores e pensamentos reflexivos, desta forma, estimulando a percepção quanto a interação e cuidados da organização para com seu público, favorecendo a ideia de não apenas barganha.

3. Canais

O avanço da tecnologia permite usufruir de múltiplas plataformas para a veiculação destas ações, no entanto, a abrangência e velocidade da internet a fez o principal (e indispensável) meio de propagação, pois pode alcançar maior número de indivíduos em menos tempo, e com menor custo.

Da mesma maneira, as mídias sociais são excelentes canais para a difusão e interação em tempo real com as pessoas, assim, tornando mais eficiente a campanha.

4. Branded Content ainda é uma estratégia empresarial
Ainda que a proposta seja cativar o consumidor, o fazendo reconhecer os valores e não o interesse de negociação da empresa, o verdadeiro intuito de toda estratégia ainda é converter ações em lucratividade.

A missão do Branded Content é atrair e converter leads, através de medidas características, que irão levar a organização a ter um relacionamento mais solido com os mesmos, de modo a promover suas vendas.

Esta proposta institucional se revelou como uma das mais promissoras e efetivas da atualidade, sendo um meio muito profícuo para as empresas edificarem sua imagem e conquistar o segmento alvo.

Erros que valem ouro no mundo dos negócios

Antes de seguir a leitura, enfatizo que são experiências reais de um sonhador que visualiza uma empresa estruturada e que não dependa de seu fundador para seguir atuante no mercado.

São erros. Erros de quem conseguiu perceber exatamente em quais pontos agir para recuperar o campo cultivado que foi temporariamente invadido por um “vírus” – cujos tentáculos foram neutralizados até que atualização de sistema seja concluída e o vírus eliminado.

Quem Aprende Com os Erros Acerta Mais. (Flávio Augusto, fundador do Geração de Valor)

Primeiro, o contexto da história

Quatro anos de imersão prática entre dezenas de projetos entregues para clientes, construção de rede de contatos profissionais, muita persistência, busca por informações a todo instante a fim de defender um Propósito validado pelo mercado.

Desde menino eu sonhava ser empresário e as vezes questionava meu pai, depois de ouvir notícias no rádio, sobre “por que eles [governo] não conseguiam melhorar o Brasil?”, “os donos de empresas não podem ajudar?”.

Sai pra rua e troquei picolés por dinheiro antes mesmo de frequentar as aulas na pré-escola. Segui carreira no varejo e, hoje, tenho uma agência especializada em Internet Marketing.

Em 2011 surgiu A Oportunidade e então nasceu minha empresa. Era uma produtora de sites (desenvolvimento web) que também oferecia serviços de marketing no mundo digital. Muitas ‘coisas’ aconteceram, pessoas entraram e outras saíram, clientes, tecnologia. A verdade é que eu não me sentia realizado com aquela entrega.

Um dos meus mentores perguntou durante um café: “qual o seu propósito, por qual razão você faz o que faz?”. Foram oito meses incansáveis de busca por resposta até que um dia a “ficha caiu”.

Decidi então mudar o modelo de negócio da agência, a estratégia, procedimentos, ferramentas, portfólio de entregáveis… A equipe também sofreu alterações [de forma orgânica, inclusive]. Passamos a fazer algo que está no nosso DNA e vai além do resultado financeiro. Atração por conteúdo, estratégia de comunicação digital (e performance) para fortalecer relacionamentos antes e depois da venda é o que entregamos para nossos clientes.

#1. Virada radical vs. Reposicionamento

Inovação, reposicionamento, mudanças no modelo de negócio é em geral um paradigma que assume que as empresas podem e devem utilizar ideias e caminhos tantos internos quanto externas para ofertar novidades ao mercado em seu caminho de crescimento.

Quando se fala de governança corporativa, sustentabilidade de negócios, gestão de projetos etc, os gestores levam a sério a famosa Curva-S. Posso garantir que este conceito faz uma baita diferença na tomada de decisão.

Curva-S utilizada em Gestão de Projetos

Minha escolha foi radical ao ponto de que numa sexta-feira vendíamos sites; na segunda-feira seguinte não mais. Focamos 100% em Content/Inbound Marketing. Desconhecia a tal Curva-S.

Reposicionamento até permite uma virada de curto/médio prazo por entrar no contexto de  campanha. Estratégia sustentável deve assumir o lugar da “virada radical disruptiva” quando se pretende adotar um novo modelo de negócio, um novo produto/serviço, uma tecnologia .

Olhando para o gráfico, seria inteligente deixar de fazer sites somente quando o número de clientes de Content/Inbound garantissem faturamento superior aos projetos de desenvolvimento web. Ao invés de entrar no vermelho, manteria a saúde financeira da empresa estável e crescente. Primeira grande lição.

#2. Ciclo de venda

Imagine o estoque de um supermercado. Considere que o giro de ‘produto xpto’ na prateleira aconteça três vezes ao mês. Ou seja, a mercadoria fica no máximo dez dias em exposição até que alguém compre o item. Significa que o estoque destes produtos sofre exatas 36 reposições ao ano para atender a demanda de compra.

Ciclo de venda é exatamente a linha do tempo (pipeline) necessário para fechar um novo negócio. O restaurante tem ciclo diário, a escola particular é mensal, o IPTU anual. Para cada tipo de negócio um ciclo, fases, abordagens específicas. Identificar os passos e estágios chave para nova estratégia gera fortes impactos nas vendas. O empresário deve ter em mente que será necessário rever o processos, talvez contratar novo time comercial, ajustar as previsões financeiras.

Pipeline de Vendas

Em minha experiência, estava absolutamente confiante e não fiz nenhuma verificação. Afinal, era comum vender um projeto de criação de site em duas semanas, além de colocar em produção (pagamento pontual). Quatro meses após a “virada radical”, percebi que vender projetos de consultoria era algo desafiador e demorado porque o contrato era assinado depois de três ou quatro meses após a primeira abordagem de venda (pagamento recorrente).

Qual é o ciclo de vida média de um site? Três anos? Vender, entregar, cobrar, finalizar em seis meses é um prazo razoável? Parece que sim. Já o modelo adotado para projetos de consultoria em Inbound é anual com pagamentos mensais. Como otimizar tudo isso e manter a saúde financeira da empresa em modo estável crescente? O custo de aquisição de novos clientes é o mesmo para ambos as situações? Mudou o cenário, mudaram as escolhas. Considerar esses conceitos e métricas tornam-se imprescindíveis na tomada de melhores decisões. Segunda grande lição.

#3. Refutar parcerias estratégicas (ou pessoas chave)

Características comportamentais do empreendedor fazem toda diferença no processo de inovação e raramente se encontra alguém Com-ple-to. Quando o assunto é dominância cerebral, por exemplo, me destaco nas esferas experimental e relacional – pontos que endossam visão mercadológica, encontrar alternativas, fazer correlações, transformar problemas em projetos, negociação e valorização do cliente etc.

Mas nem só de liderança, estratégia e propósito vive o homem. A moeda tem dois lados e é necessário o equilíbrio tático em torno de análises e controles efetivos. Ou seja, administrar, implementar, acompanhar, garantir entregas são responsabilidades vitais na empresa.

Sempre fui resistente a ideia de sociedade e optei por atuar como empresário individual. Hoje entendo que um sócio, um colaborador de alta confiança, além de excelentes parceiros alinhados ao ganha-ganha também é vital para o negócio. Um empreendedor como eu precisa ser apoiado por pessoas com perfil tático/útil/operador e que divida uma meta em pequenas partes, que administre e implemente o plano.

Refutei em fechar parcerias altamente estratégicas que trariam receita para agência porque achava que o mundo girava em torno do meu umbigo e discordava em passar por treinamentos específicos. Lembro de argumentos como “especializei-me em SEO há mais de cinco anos e vou ter que passar pelo programa ‘engage’ para poder firmar um compromisso?” Por sorte, esses parceiros persistiram e seis ou sete meses depois assinamos contrato por conta do principal ingrediente: relacionamento.

Ter maturidade para compreender que um sócio ou um time de pessoas pode acelerar a realização proposital de uma visão de negócio e conquistar resultados sustentáveis dá segurança ao empresário e dispara a produtividade. Como diz o provérbio africano: “Se queres ir rápido, vá sozinho. Se queres ir longe, vá em grupo.”

#4. Não ser produto do produto

Lembra da Curva-S? Ela cabe aqui também. Se você ainda não tem um caso de sucesso, não é produto do seu produto, como pode ousar uma mudança brusca de atividade empresarial? Não considerei sequer o básico de campanha publicitária. Sim, dei um tiro no pé.

A velha crença de que na casa de ferreiro o espeto é de pau é passado. O grande psicólogo Robert Cialdini recomenda que você deva ser exemplo para potencializar o poder de persuasão e consequentemente obter sucesso em negociações, por exemplo.

A estratégia de comunicação, a abordagem de venda, a forma de atendimento de uma produtora de sites não combina com uma consultoria de Content/Inbound Marketing. Além da demora em promover o próprio negócio, perdemos oportunidades durante o período em que relutava as propostas de parceiros de negócio.

Focamos então na solução e cada pessoa da equipe trabalhou na construção de um “case” de Inbound Marketing, inclusive em projetos pessoais. A ideia de ser produto do produto passou a fazer parte do dia a dia e transformou-se em um enorme brainstorming. O time ganhou confiança e alinhou as entregas com o discurso do comercial, resultando em entregas com melhor qualidade para os clientes. Use seus próprios produtos, abuse dos seus próprios serviços.

#5. Qualificação da Equipe X Entrega

Entre no jogo para ganhar. Tenha certeza de que seus jogadores estão preparados para correr, criar soluções em campo e fazer o gol. E mais do que isso, que estão preparados para fazer o que deve ser feito propositadamente.

É comum que o empresário esteja enlouquecido com as rotinas do dia a dia da empresa e deixe passar detalhes que certamente irão comprometer a eficiência e os resultados. É compromisso do líder assumir que o desempenho necessário para equipe atingir metas e objetivos depende pessoalmente dele e não adianta investir somente em ferramentas esperando que os liderados resolvam processos e caminhem sozinhos. Delegar com excelência significa direcionar, orientar e acompanhar as entregas da equipe.

Recursos Humanos

Bem, estamos falando de erros que valem ouro. Quando decidi reposicionar o negócio, compartilhei a estratégia com a equipe e eles disseram estar preparados para atuar nas novidades e, acredite, fui convidado a “vai pra rua vender que nós tocamos os projetos” e fiquei anestesiado com aquela atitude. No entanto, não verifiquei em termos práticos se de fato aqueles profissionais estavam capacitados o suficiente para entregar um novo tipo e formato de projeto.

Pessoas. Taí o maior desafio de qualquer empresário… Outra lição!

Mudou o modelo, as pessoas, os processos, o perfil de cliente, a tecnologia e tudo estava bem aqui… na minha cabeça. A equipe não tinha clareza de procedimentos, não dominavam as ferramentas, tinham dificuldade em interpretar uma estratégia e desenvolver as ações necessárias. Só validei essas deficiências quando os clientes começaram a manifestar insatisfação com os serviços entregues.

Fizemos esforço para melhorar o atendimento e CRM (gestão de clientes) da agência, mas nossa atuação ainda era terrivelmente fraca. Os maiores desafios consistiam em descentralizar a comunicação, cumprir prazos e de fato fazer a gestão dos projetos.

Decidi mapear as deficiências, estruturar um programa de estudo colaborativo e estimular cada pessoa a desenvolver suas habilidades, dar aula aos demais colegas sobre os temas previamente planejados. Foram três meses intensos de aprendizagem, talentos revelados e boas surpresas.

BPM Process

Reforçamos a importância de ser produto do produto, geramos conteúdo, melhoramos muito a comunicação, revisamos os projetos… agora todos entendiam o que era um workflow de CRM (processo) e os motivos pelo qual tínhamos que nos conectarmos com os valores de cada cliente. Passamos a entregar valor no lugar de bits.

#6. Vender ou Fazer?

Definitivamente, quem faz tudo não faz nada. Com um lado da moeda descoberto, passei a alternar as atividades (comercial, atendimento, produção) até o ponto em que me vi desfocado e ao mesmo tempo imerso nos projetos.

Cheguei a conclusão de que o vendedor deve evitar contato com o operacional para manter-se imune a insegurança e pensamentos do tipo “vou vender, mas será que os caras vão conseguir entregar?“. De outro lado, é natural para os responsáveis pela entrega pensarem que “o pessoal do comercial só perde tempo com reunião, networking etc“. Penso que o ideal é que cada profissional dedique-se aquilo que se propõe a fazer com maestria.

Gosto de fazer, mas as consequências neste caso acenderam a luz vermelha e comprometeu complemente minhas ações comerciais. Somente depois de a equipe visitar cada cliente, equilibrar as entregas, reduzir os conflitos e eliminar jobs “ladrões de tempo/dinheiro” é que voltamos dar atenção para as oportunidades e propostas paradas no pipeline de venda.

Ter pessoas chave para atividades vitais da empresa é essencial para garantir entrega da proposta de valor ao cliente e, claro, atingir objetivos e metas. Também é importante expressar confiança na sua própria capacidade de realizar uma tarefa difícil ou enfrentar um desafio.

#7. Olhar para crise econômica e política

É preciso dizer que os recursos financeiros esgotaram-se depois de todos esses erros? A sequência de erros me fez desalinhar o foco e para completar, me deixei contaminar pelo pessimismo brasileiro alimentado pela crise política e questões sociais que destroem a economia e nos leva pra recessão.

Noticiário, besteirol de redes sociais, mensageiros como WhatsApp, excesso de informação, estafa. Tudo isso contribui na perda de foco e tempo do empresário, que por sua vez, baixa a guarda para persistência, se distrai a cada minuto e “esquece” de fazer as coisas antes de ser solicitado ou é forçado pelas circunstâncias.

Enfim! Olhar para fontes de informações que mantenha-o no trilho e deslize rumo aos objetivos do plano estratégico é o mais adequado. Ao invés de timelines como Facebook, faça ligações telefônicas para os seus clientes a fim de ajudá-los a mapear novas oportunidades, entender as dificuldades, buscar novos negócios. Faça como sugere o psicólogo Daniel Goleman e reserve tempo para refletir, manter foco no foco.

Então,

Fontes como IBGE e Sebrae apontam que cerca de 53% das empresas brasileiras fecham após quatro anos de atuação (dados de 2013). Um oceano de variáveis a serem administradas diariamente e sem descanso pelos empresários.

Para os americanos, fracasso significa crescimento, maturidade. Os brasileiros tendem a desqualificar o empreendedor.

Não vejo problema algum em compartilhar estas experiências aprendidas a preço de ouro. Tomar consciência e usar os erros para potencializar as forças me faz acreditar ainda mais que iniciativa somada a conhecimento, dinheiro e atitudes positivas (sim, comportamento) é fundamental para materialização de um projeto. Gosto de ver o copo cheio e avalio estes erros como experiência prática, como impulso produtivo que me possibilita transformar um sonho em algo concreto e de valor para sociedade, tanto em termos econômicos como sociais.

É necessário dizer Não e enfrentar o caos com valentia. Você precisar concentrar pessoas, energia, fazer com que o ambiente ao seu redor apoie suas ideias e queira realizar os projetos com ambição. Cuidar da saúde, alimentar-se bem, tirar folgas também é necessário para manter o foco no foco e lidar melhor com os desafios do dia a dia. Lembre-se: o empresário nunca faz o que faz somente pelo dinheiro.

Nem tudo são flores. Decisões dolorosas foram tomadas para podermos ajustar a empresa [Agência de Internet Marketing] e garantir que o plano seja executado de forma propositada. Afinal, resultado positivo é relevante para continuidade do negócio.

Estamos fora da estatística fúnebre do IBGE. Sim, boiando e finalizando limpeza de “vírus” no sistema para acelerar os motores e buscar ouro em terra firme.

Como o marketing de conteúdo pode ser um catalisador de alunos: compreenda em 5 motivos

Gradativamente o Marketing de Conteúdo vem apresentando seus atributos no mercado nacional, ao mesmo tempo que ratifica sua eficiência em benefício das empresas, que dos mais diversos ramos e portes, têm encontrado nesta estratégia uma forma conveniente de converter novos leads, percepção que é também refletida pelo segmento educacional.

Como qualquer negócio, as instituições de ensino desejam novos prospects, isto é, alunos e sua fidelização, para tanto, investir no relacionamento com o público alvo obviamente é essencial, contudo, selecionar qual medida aderir para este objetivo é que irá delegar o teor do sucesso.

Ao investir em conteúdo, como o Branded Content, a entidade proporciona para si vantagens competitivas, principalmente ao se tratar do setor da educação, pois sua missão converge muito bem com o propósito desta metodologia, assim como as atuais tendências comportamentais do consumidor.

Compreenda nos 5 tópicos logo a baixo, como qualificar seu processo de funil a partir das estratégias de marketing conteúdo:

#1. Potencialização a visibilidade e difusão do nome da instituição

Quando há a procura por escola ou universidade a qual efetuar a matrícula, certamente, antes da decisão final, existe toda uma busca de informações que levam a pessoa optar por tal organização.

Uma vez que a companhia de ensino disponibilize a seu público alvo conteúdo inédito, personalizado e interessante, e que adjetive seu conhecimento, atrai novos leads a interagirem com empresa e reconhecerem suas qualificações, assim promovendo a notabilidade de seu nome.

#2. Marketing de Conteúdo é mais favorável e de acordo com os objetivos da organização e do consumidor, do que a publicidade convencional

A publicidade tradicional não tem o mesmo alcance e viabilidade que os métodos da estratégia de conteúdo, que são muito mais flexíveis, duradouros no meio que são veiculados, além de evidenciar os valores da institucionais, e apresentar a marca com uma personalidade única, a destacando da concorrência e suas formas padronizadas de propaganda.

O diálogo com o público do mesmo modo se torna mais efetivo e qualificado, em razão de fornecer um repertório de informações que destacam os atributos do ensino ofertado.

#3. Favorece a imagem e posicionamento da companhia

Ao trabalhar a visibilidade da empresa, esta estratégia contribui fortemente para sua reputação, pois vincula valores a sua identidade, promovendo repercussão no seguimento de interesse, destacando suas particularidades. Tal metodologia também granjeia o auxilio do público para construir seu renome.

#4. Promove a instituição a conquistar novos seguidores

Alimentar a página online da empresa com conteúdo personalizado, bem como seus perfis nas mídias sociais, estabelece um relacionamento mais próximo entre entidade de ensino e prospects, além de os incentivar a compartilhar publicações interessantes, que ligadas a identidade da marca, irão propiciar que outras pessoas passem a conhece-la, assim, culminando em futuras matrículas.

#5. Fideliza seu clientes

O relacionamento criado juntamento com a oferta de benefícios através de conteúdo significativo, leva não apenas a conversão de leads em clientes, mas da mesma maneira, um laço de fidelidade com a organização, o que sem dúvidas contribui para uma das formas mais importantes do marketing, o buzz.

Com os argumentos acima, torna claramente compreensível o porque de metodologias de conteúdo, como Branded Content terem se tornado uma das estratégias favoritas da comunicação empresarial, levando cada vez mais companhias a investirem em seus conceitos, e como resultado, alçarem metas muito satisfatórias.

Atração x Interrupção

As concepções e comportamentos dos consumidores hoje são outros, nesta temática, as empresas se viram na necessidade de remodular suas práticas de marketing, a escopo de direcionar esforços que viessem a surtir factual efeito.

Como a geração Y das estratégias de comunicação, o Inbound Marketing veio a luz com a proposta de possibilitar a organização o avolumar sua carteira de clientes utilizando-se da internet, estimulando o consumidor a tomar a iniciativa de interagir com a marca, metodologia até então não explorada pelo mercado.

No marketing comum, ou outbound marketing, as ações são conhecidas por agir através da interrupção, pois o consumidor não estava a sua procura, ela simplesmente foi projetada independente de sua vontade, e isto acontece de diversas formas, como comerciais televisivos, pop ups, panfletos, outdoors, e anúncios de rádio. Contudo, as novas percepções do público tem feito tais práticas, a tanto tempo dominantes, serem reavaliadas.

Cada vez mais, as pessoas têm buscado por informações relevantes na rede, e em paralelo, vêm demonstrando insatisfação mediante a estas interrupções, mudando de canal, recusando panfletos, configurando filtros de spam, pois desejam apenas receptar o que lhes for interessante. Perante a esta realidade crescente, ofertar conteúdo atrativo revelou-se como estratégia competitiva potencial, tornando o Inbound gradualmente mais visado pelas organizações, por ter o poder de magnetizar novos prospects.

O conteúdo produzido pelo Inbound, notavelmente tem resultado de modo positivo, interagindo com os internautas através de redes sociais, blogs, e-books, fóruns, dentre outros, tem convertido número satisfatório de leads, pois 67% das organizações B2C e 41% das organizações B2B captaram novos clientes a partir do Facebook, e 72% dos empresários afirmam que tiveram auxilio das redes sociais para fechamento de negócios. Tratando-se de blogs, 92% das instituições que realizam postagem diárias, igualmente aumentaram seu número de clientes, além de melhores resultados sobre ROI. Por outro lado, o marketing tradicional, tem custo 62% mais caro, e práticas que têm sido dribladas pelo consumidor em virtude de seu teor intromissivo.

O marketing tradicional não perdeu por completo sua efetividade, todavia, não é mais imprescindível opção nas estratégia de comunicação, sendo claro que, a atuação do Inbound vêm a ser uma vertente modernizada e em conformidade com as exigencias atuais da demanda, além de conveniente e flexível, não ‘empurra’determinado produto ou serviço, mas sim fomenta seu público a ser verdadeiramente cativado pela empresa.

NETWORKING: A chave para fortificar suas Estratégias Comerciais

Desde os primórdios da existência, o “relacionar-se” sempre foi uma necessidade comum dos seres humanos, desde a época das cavernas, até o mundo globalizado, esta não veio a isentar-se de nossas características, pelo contrário, descobrimos como trabalhá-la a nosso favor, e da mesma maneira também, beneficiar o grupo de pessoas, assim promovendo integração reciprocamente positiva entre os envolvidos.

Ao se tratar de matéria empreendedora, manter diálogo com demais profissionais e organizações vêm a ser uma chance muito oportuna de se realizar novos negócios, adjetivar a estrutura da empresa, outrossim, o ampliar de conhecimento em benefício das estratégias. Assim, é o denominado Networking.

Termo derivado da língua inglesa, “net” que significa rede, e “working” trabalhando, faz referência a grupos de contatos comerciais entre indivíduos e respectivas companhias que tem por objetivo compartilhar ideias ou noticias de interesse e concretizar parcerias que ofertem ganhos mútuos a seus membros.

Nutrir uma rede de relacionamento estratégico proporciona ao empresário obter apoio e contribuição de indivíduos “chave” para determinados projetos, como também em transações comerciais, e principalmente, a adquirir e usufruir de uma das matérias-primas do sucesso empresarial: a vasta gama de informações.

Reid Hoffman, co-fundador e presidente do conselho da rede social Linkedin, se posiciona sobre mesmo pensamento, segundo seus dizeres, Networking é uma rica fonte para proveito de empresários e suas instituições.

“Pessoas podem oferecer o melhor conselho urgente. Pessoas podem adequar o conselho exatamente para a sua situação. Pessoas geralmente sabem de coisas que ainda não estão públicas no Google […] E há mais pessoas inteligentes no mundo que não trabalham na sua companhia do que o total de pessoas inteligentes que trabalham nela” […] Então olhe para além do seu escritório”, afirma.

Além de uma ferramenta que vem a equiparar a instituição quanto aos desafios do mercado, do mesmo modo, é um importante item a se agregar ao marketing pessoal, “[…] marketing boca a boca eu já conhecia e sei que funciona. A confiança é muito grande. Agora mesmo sou grato aos colegas, pois estou recebendo referências e gerando negócios. Isso é real e estou expandindo minha empresa. Esse era o objetivo inicial quando entrei na equipe.” Confirma Darci Scoton, empresário e sócio da ABCD Emergência.

Integrante do BNI Premier São Paulo, Darci confirma suas experiências profícuas nos encontros semanais entre os empresários, e a satisfação em ser parte desta aliança:

“A cada encontro semanal percebo que fazer o 1 a 1 é muito legal. […] Conhecer a pessoa e seu entusiasmo nos dá a confiança que precisamos para indicá-la e, por isso, prestar muita atenção em todo o processo é de fundamental importância.

Sou grato a pessoa que me convidou e como retribuição continuo a fazer o mesmo para expandir e potencializar o grupo, além de manter minha dedicação e integridade.”

O grupo BNI é reconhecido mundialmente como a organização de Networking de maior êxito, devido suas alianças e parcerias bem sucedidas, reunindo empreendedores de diversas áreas do mercado, promovendo a troca e enriquecer de conhecimento entre todos eles, igualmente agregando valor ao know-how pessoal de seus componentes.

Em seu depoimento, Darci faz o convite a outros representantes de negócios a partilharem da mesma experiência e verem, com os próprios olhos, o horizonte de oportunidades presentes no BNI.

E então, você também quer ser um Premier? Você pode visitar o grupo de empresário por duas vezes como convidado. Clique no link e confirme sua presença no Café com Negócios BNI Premier.

Brasil demanda não só educação básica, mas também tecnológica e pesquisa científica

O Brasil se posiciona dentre os países com maior números de pessoas conectadas, mas em contraste, o emprego da tecnologia no setor da educação se mostra lento e deficiente.

O processo de implementação destes recursos se revela criticamente moroso, percebido não apenas no ensino público, como também no privado, assim como comprovado pela Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem, Talis (sigla da língua inglesa), entre 2012/2013.

Em outro estudo, este efetuado pelo Inep (entidade subordinada ao Ministério da Educação, e responsável por avaliações deste setor em território nacional), os mil diretores, e 14,2 docentes da resposta de amostra, reconhecem esta questão como falha e insuficiente.

As circunstâncias que levam a este quadro descontente, é a veraz falta de preocupação e atenção sobre o assunto, pois em vista de países que igualmente têm grande números de internautas, assim como japão e E.U.A., que se dedicam em investir neste ponto, o Brasil o faz de modo tímido, não atendendo suas reais necessidades, assim como afirmado pelo Professor Mauro Rebelo, sócio da Bio Bureau Biotecnologia:

“O que falta no Brasil é investimento privado para o desenvolvimento de ciência e tecnologia. Para o desenvolvimento de tecnologia a partir da ciência que a gente já faz”.

Além da míngua do devido empregar de ferramentas digitais para proveito dos alunos, assim como mencionado por Rebelo, outrossim, faltam subsídios direcionados ao aprofundamento de pesquisas científicas, o que consequentemente nos torna atrasados nesses campos, desta forma, denunciando mais um obstáculo para o desenvolvimento nacional.

Como reflexo disto, análise feita pela Fundação Nacional de Qualidade (FNQ) em 2012, já apontava como o despreparo educacional do país vinha atingindo sua competitividade.

O Brasil tem grande potencial, entretanto, ainda não aprendeu a investir nas matérias que mais podem contribuir para seu crescimento.

Apesar da desatenção sobre este tema, as tecnologias recém emergidas no mercado, mostram a oportunidade de mudar tal realidade, uma vez que o uso das ferramentas digitais são factualmente capazes de qualificar os métodos de ensino, bem com o aprimorar de nosso conhecimento científico.

Igualmente, vale lembrar, que também as entidades de educação não têm reconhecido a importância de adotar a tecnologia em suas tomadas institucionais, não percebendo a eficiência de medidas como Branded Content, e toda a gama de proveitos do marketing digital.

Táticas e ferramentas ligadas ao Branded Content que irão fortalecer seu negócio

Como uma das novas vertentes do marketing, o Branded Content oferta aos expectadores informação e entretenimento relevante, fundamentados nos valores da instituição, ao mesmo tempo que o foco não são as propagandas, mas sim, mensagens de cunho sócio-ambientais, aplicadas a escopo de aproximar o segmento alvo e empresa.

Também trabalhado por meio das mídias clássicas, como impressos, rádio e tv, tem potencial desempenho no meio online, propagando ao abrangente número de expectadores conteúdo dinâmico, e que de alguma forma terá impacto emocional sobre os indivíduos.

Por meio de vídeos, filmes, eventos, entre outras ações estratégicas, as organizações que investem em Branded Content , consequentemente obtêm melhores resultados em fatores como, intenção de compra, fidelização de clientes visitas ao site institucional, outrossim sendo positivo para as campanhas tradicionais.

Esta estratégia, além de eficiente para conquistar consumidores, igualmente fortalece a marca e auxilia o negócio a tornar-se bem sucedido. Mas, como toda medida empresarial demanda planejamento estritamente calculado, e desafio das companhias quanto a esta matéria é criar entretenimento factualmente cativante.

Como usar o Branded Contente como potencializador de negócios?

Ao ofertar entretenimento ao público, proponha ao mesmo notícias e informações que agreguem atributos ao seu ao seu conhecimento, elaborados a apresentados a cada passo com idoniedade, qualidade e relevância.

As transmídias, ou melhor, os diferentes canais para divulgação da mensagem, apesar de empregados de modo complementar, a internet vinculou a este tema maior enfase e abrangência, favorecendo a interação bilateral e do mesmo modo qualificando as investidas institucionais.

A conjunção dos fatores: entretenimento/conhecimento, qualidade, transmídia, longo prazo e relevância, quando aplicadas de maneira eficiente por meio do Branded Content, despertam no público a percepção de valor, e maior afinidade pela empresa, de modo a promover seu posicionamento e negócios.

O marketing de sua empresa está obsoleto?

Sem dúvida o marketing sempre se caracterizou como crucial para as empresas, pois o mesmo se delinea como essencial em qualquer estratégia que visa atingir o público. No entanto, atualmente muitos tem se perguntado sobre sua factual eficácia em nossos dias.

Absolutamente conveniente para as organizações, o marketing tem como um de seus aspectos, a capacidade de se adaptar de modo criativo as novas demandas do mercado. Não obstante, gradativamente tem se tornado notável, como uma de suas vertentes vem tomando maior proporção em eficiência, e incitando cogitações sobre, se a menina dos olhos de Kotler, estaria prestes a ceder seu trono para sua mais nova descendente, o Inbound marketing.

O MARKETING CLÁSSICO:

Os métodos tradicionais, a tanto tempo como número #1 no palio, utilizando-se de veículos como impressos, outdoors, spans, rádio e tv, têm se descoberto com falhas emergentes, não atingindo os mesmos resultados de outrora, uma vez que agora o comportamento do mercado é outro; logo, velhas táticas já não se adequam e soam como retrogradas perante os consumidores.

Suas ações chegam até o público através da interrupção, isto é, o cliente não estava a procura de determinado anúncio, ele simplesmente lhe foi projetada de forma inesperada, enquanto este assistia um programa televisivo, ouvia uma música, ou caminhava pela rua. Todavia, perante as novas percepções do target, que tem manifestado progressiva insatisfação quanto a isto, mostra que não deseja mais ser alvo de campanhas intromissivas, e que pelo fato de não estar a sua procura, estas não representam nenhum valor significativo.

POR QUE O MARKETING TRADICIONAL NÃO É MAIS O FAVORITO EM ESTRATÉGIAS DE COMUNICAÇÃO?

  • Por usar mídias tradicionais, o velho marketing exige investimento de alto valor para sua prática, custo de 62% superior a metodologia Inbound; além de contínuos investimentos de mesmo porte ou até superior;
  • As projeções quanto ao ROI detêm períodos mais longos, tornando crítica sua viabilidade para empresas mais sensíveis;
  • Comporta em si alguns fatores que dificultam a ação das empresas, como data/horário de divulgação em determinado canal e tempo que permanecerá sendo veiculado;
  • A mensuração de resultados é dificultosa e prolongada, necessitando de mais recursos em mecanismos de análises;
  • O marketing de interrupção prende a atenção do público por pouco tempo;
  • Pesquisas comprovam que, número de aparelhos de televisão ligados não representam igual audiência;
  • É continua a queda de porcentagem de pessoas que Lêem jornal impresso;
  • Utiliza-se de meios unidirecionais, ou seja, o consumidor não pode interagir com a marca;
  • O público vem demostrando gradativa instistação quanto as campanhas intromissivas, pois não se agrada em ser interrompido por ações midiáticas que não procurava, ou seja, não lhe tem valor, consecutivamente não despertando seu interesse;

O QUE AS VELHAS CONCEPÇÕES ESTRATÉGICAS REPRESENTAM PARA SUA EMPRESA:

A essência do marketing, indiscutívelmente é atingir de modo assertivos os consumidores, todavia, o público manifestamente não tem aceito as velhas medidas até então empregadas, posto que, não identificam valor. No presente, o que lhes tem atraído, é a oferta de conteúdo relevante, conteúdo que os próprios se dispõem a buscar, totalmente o oposto do que o marketing tradicional aplica, na verdade “empurra”.

Com custo muito mais elevado, e necessitando de contínuos investimentos, o Marketing clássico não vem a ser sinônimo de melhor estratégia para sua empresa, uma vez que a internet tem disponibilizado melhores soluções, muito mais adaptáveis e de acordo com o que demanda o target.

E então, já não está na hora de reavaliar suas estratégias de marketing?

A pasteurização do Marketing no mundo digital

Marketing… Marketing é uma disciplina que surgiu nos anos 40. A Segunda Guerra deu vida ao Marketing, cuja finalidade é criar valor e satisfação para o cliente, estabelecer relacionamentos lucrativos para vendedor e comprador. É um departamento que olha para atividades como estudo de mercado, estratégia, publicidade, vendas e pós-venda, aumento de receita, cria valor para o negócio.

Volta e meia, surge no mercado digital uma grande novidade. Dessas matadoras, bola da vez. Mas, como toda corrida do ouro, ela pode ser boa só para quem chega na frente. É para aliviar o risco X retorno do investimento que existe pesquisa científica e profissionais sérios.

Você já deve ter se deparado com algumas promessas de super lançamento de produtos na internet, radicais defendendo que só o Facebook é sinônimo de resultado… Deve ter verificado táticas (táticas?) semelhantes as práticas de marketing de rede multinível (MMN) como Amway, Herbalife e tantos outras. Fórmulas, receitas, passo a passo para ficar rico, ter sucesso.

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Calma! Antes, quero compartilhar um breve relato de oportunidades e iniciativas de um matuto

Manipulei algum dado em computador aos 11 anos de idade (1996). Gostei da novidade e continuei estudando tecnologia e cogitava ser programador. Cheguei a passar semanas codificando chipset com linguagem binária e montando circuitos elétricos para chegar em um produto: uma sirene! Vi sites como Submarino nascerem a partir do bloco de notas.

Paralelo ao mundo digital, vivenciei experiências práticas no agronegócio, disputava com colegas da escola para ver quem vendia mais picolés na rua (lá no MT) até que em São Paulo/SP, iniciei minha carreira como office boy em uma revistaria (adorava a seção de informática, menos o CD da AOL ou Kalunga que vinham encartados nas revistas ou jornais). Depois, aos 20 anos, de vendedor passei a gestão de uma pequena empresa onde o maior desafio foi atender os anseios de 15, 20 funcionários – alguns pais de família.

Desisti de ser programador e passei a investir forte em design, propaganda e empreendedorismo. Fazia diversos freelas de design gráfico, vendia alguns websites, experimentava as possibilidades do Meio Internet. Sempre inquieto, adaptando teorias, aprendendo com os erros, testando, procurando formas de atrair mais vendas ou fidelizar clientes no varejo. Fazendo.

Até 2010, foram mais de 40 cursos nas áreas de gestão, atendimento, <tecnologia/>, comunicação, design, search engine marketing (SEM/SEO) e afins, dentre eles uma formação em Programação Neurolinguística (PNL) e o seminário Empretec (ONU/SEBRAE). No primeiro trimestre da faculdade de Publicidade, mudei de profissão e topei ser estagiário de comunicação interna.

VISÃO GENERALIZADA DO MERCADO DIGITAL BRASILEIRO

A Internet consolidou-se como um dos três principais Meios de comunicação e entrega de mídia no Brasil. Por outro lado, segundo o IBGE, cerca de 95% das empresas brasileiras são pequenas ou médias (PME) e é, principalmente, por esta razão que o mundo digital é tão promissor tanto para ações de marketing como também para novos negócios. PME não dispõe de verba para investir em rádio e TV.

Com base em um levantamento que fizemos em 2012, somado há oito anos de olhar crítico sobre o perfil dos profissionais que atuam com Internet Marketing, estima-se que mais de 70% dessas pessoas migraram de outras áreas por identificar oportunidades como “realizar o sonho de ser empresário”.

Antes de montar minha agência, eu era gerente de TI em um hospital. Como ficava maior parte do tempo ocioso, comecei a ler blogs na internet e descobri o SEO (Search Engine Optimization). Resolvi sair do emprego e montar minha agência para oferecer serviços de otimização e anúncios. [E.G.]

Atender o empresariado brasileiro requer bagagem, conhecimento de causa sobre marketing e visão estratégica de negócios. Processos como pipeline de vendas que há várias décadas é discutido nas escolas superiores do Brasil, também. Será que nós, profissionais de Internet Marketing, estamos preparados para entregar resultados efetivos para nossos clientes?

Tecnicismo desenfreado. Por qual razão os empresários reclamam tanto de experiências ruins, por quê priorizar tanto buscadores como Google sendo que o cliente deveria estar no topo do checklist, por quê os eventos de marketing digital são em geral tão pobres de conteúdo – onde, geralmente, o foco está em “conteúdo de qualidade”?

É desconcertante sentar a frente de um diretor ou empresário e ouvir “esses caras de internet são todos picaretas”. O cliente sabe quando está sendo enganado.

LOBO DE WALL STREET vs. FÓRMULAS

Script para os pangarés. Se você não tem conhecimento de causa, seguir modelos prontos acaba sendo alternativa para manter contratos e ganhar dinheiro rápido. Mas será que marketing pasteurizado garante receitas saborosas, sustentáveis? Got think.

Cena do Filme O Lobo de Wall Street

Entendo que existem técnicas com eficácia comprovada e, claro, a publicidade é campeã na utilização de mecanismos que tem por objetivo fazer o consumidor comprar. Muito se dá pelos avanços da psicologia, pelas descobertas da ciência, também por observar milimetricamente os movimentos sociais, política, hábitos etc. No entanto, ORIGINALIDADE somada a informação é o mantra da publicidade — uma das ferramentas do Marketing e, para aplicá-la é necessário entender de Negócio. Afinal, como traduzir estratégia de negócio em comunicação digital? Será que a receita pronta sempre irá funcionar?

TRÊS PONTOS QUE CONSOMEM O DINHEIRO DE MUITAS PESSOAS:

#1. Propósito

Por qual razão você faz o que faz? O que te motiva pensar somente em dinheiro, ou não? Será que você é capaz de gerar valor para seu cliente, melhorar o mercado, Ser Humano e conectar-se com os valores do cliente para que possam crescer juntos? Onde estão os princípios de excelência? Seja autêntico no que você faz.

#2. Neuromarketing

É a união do marketing com a ciência, é considerado uma chave para o entendimento da lógica de consumo, que visa entender os desejos, impulsos e motivações das pessoas através do estudo das reações neurológicas a determinados estímulos externos. (Wikipédia)

Cuidado. Cuidado com os oportunistas que embalam capsulas de conhecimento e vendem promessas de riqueza fácil. Neuromarketing é nada mais que uma etiqueta de diferenciação que o mercado adotou para movimentar a economia.

Ser publicitário, estudar as Seis Leis da Persuasão (Cialdini, Robert), internalizar Programação Neurolinguística (PNL), devorar as técnicas de redação publicitária, CRM, funil de vendas, gatilhos mentais, além de táticas de guerrilha não me dá o direito de explorar o consumidor. Meus valores opõem-se a práticas contestáveis de muitos “Profissional de Marketing Digital” e não me interessa ser um Lobo de Wall Street.

Disciplinas como PNL, técnicas de persuasão e redação publicitária podem ser aprendidas facilmente em escolas confiáveis a preço justo e você poderá ser um excelente profissional de persuasão, ético, do bem. Estude mais antes de pensar em pagar alguns milhares de reais por um curso de neuromarketing. Quem questiona, evolui.

#3. Pasteurização

A diferenciação proposta pelo Marketing lá no pós guerra vale até hoje. Se você tem um por quê, sabe como e o quê fazer, desconfie de promessas milagrosas. Cuidado com produtos ou serviços enlatados.

Robotização funciona muito bem nas linhas de produção da indústria ou em contextos de computação em nuvem, por exemplo, onde é necessário escalar processos para aumento da produtividade e receita financeira. Quando se fala de pessoas, opte sempre pela personalização, pelo orgânico, flow, pela originalidade.

Afinal, táticas e ferramentas sem estratégia dificilmente geram valor. É comum que contexto, significado e repertório, somados ao Fazer Diferente consigam distanciar a sua estratégia da massa. Ou seja, a estratégia pode até ser a mesma em diferentes situações, contudo a forma como você aplica deve ser única e coerente com a necessidade de cada projeto/cliente. Use o mundo digital em favor dos seus negócios e pense como uma Coca-Cola. Seja diferente.

Diferenciação de Marketing no Mundo Digital

ENTÃO, SENHORAS E SENHORES,

Antes de sair atirando para todos os lados, calma.

Se você tem uma estratégia de negócio, um objetivo comercial, procure profissionais (agência um freelancer) que entendam do seu ramo, que sejam capazes de adaptar necessidades do mundo físico/real em comunicação digital consistente. Ao invés de buscar soluções prontas no mercado ou seguir os passos exatos indicados por gurus, monte a sua receita. Faça você o seu prato!

Estratégia consiste no plano, nos conceitos, no propósito, no resultado. É como um chef de cozinha pensa (objetivo): “vou fazer um prato tão delicioso que aquela pessoa irá lembrar da sua infância”. As táticas são ferramentas e técnicas que melhor adequam-se as suas necessidades e, no contexto online, formam sua plataforma de guerrilha (sim, fazer marketing no Meio Internet pode ser considerado guerrilha). São os ingredientes que o chef coloca na panela, cozinha, tempera etc. Por fim, a operação: fazer é a palavra de ordem. É o momento em que o chef monta o prato, decora, serve o cliente. Busque oferecer a melhor experiência possível. Encante.

No vídeo abaixo, Bruno Ávila provoca uma profunda reflexão sobre essa pasteurização e questiona o grau de maturidade de profissionais que, infelizmente, sujam a imagem do mercado digital e atrapalham os que realmente estão empenhados em desenvolver um bom trabalho. Abaixo as fórmulas, as receitas, a preguiça, a cópia, a burrice.

Há quem faça escola no balcão de loja, por exemplo. Vender é uma arte e antes de trocar produto/serviço por dinheiro é coerente gostar de ser vendedor. Profissionais sérios estão comprometidos com o desenvolvimento e a cada dia, na prática, aprendem com seus clientes o que é gestão de negócios e viabilizam estratégias consistentes que de fato impactam na valorização de marcas, visibilidade, aumento de produtividade, crescimento de receita etc.

Aproveitar oportunidades fora do comum no mercado deveria ser uma característica empreendedora comum, porém, nem todos têm essa habilidade. Busque informações sempre, use sua sabedoria para tomar decisões e monitore sistematicamente seu projeto de Internet Marketing.

Portanto, caro empresário, acredite: estratégias de marketing no ambiente online funcionam sim e bom seria que fossem tratadas no médio longo prazo. Nada de mágica! Não existe mágica.

Tenha paciência. Construa algo com a sua marca.

Sua empresa está acompanhando novas tendências estratégicas?

A dinâmica da sociedade, consequentemente, tem induzido o mercado a adotar novas tendências, estas que por sua vez, se encontram em constante evolução, impondo ao marketing das empresas competências condizentes.

É uma falha extremamente grave, e um risco eminente ao bem-estar da empresa, manter metodologias inalteráveis e o velho marketing polidamente clássico. E você sabe o por quê disto? Vou te contar! Pelo fato de que o comportamento do consumidor agora é outro, pois o mesmo passou a ter acesso a muito mais informações e consequentemente se tornar mais exigente, tanto com produtos/serviços, como também na hora da barganha. Todo este encadeamento se tornou  deveras  evidente com o progresso da internet, o que vale ratificar: é substancial para a prosperidade de qualquer organização, igualmente ser integrada ao meio online.

Pouco a pouco, as instituições tem visionado esta questão, readequando suas estratégias de comunicação e relacionamento, pois seus clientes exigem isto. Exigem conhecimento sobre a marca que estão a comprar. Exigem conteúdo atrativo. Buscam por ele. E em recorrência desta questão, se percebeu a urgência do Inbound marketing ou marketing receptivo- metodologia comprovada que transforma os canais online da sua empresa em um verdadeiro concentrador magnético de oportunidades de negócios.

Depender unicamente do marketing tradicional já não é suficiente para acompanhar as tendências do mercado, o público agora reconhece a interrupção dos métodos, até então usados, e não se agrada mais com apenas isso. O inbound por sua vez, por meio da atração, oferta conteúdo relevante e milimétricamente calculado, com objetivo de instigar e cativar o target, que constantemente está a procura de algo na rede, pronto para ser fisgado e conquistado com valor informativo, e não interrompido por um anúncio que não é de seu interesse naquele momento.

Com custo de 62% maior, o marketing comum não detém a mesma abrangência do meio digital, e insistir em alguns de seus aspectos, torna a ação arcaica e não bem vista pela audiência.

A novidade do Inbound no contexto estratégico do mundo digital, delineou esta uma prática com menor custo para as organizações, e muito mais bem aceita pelos consumidores.

Os lendários 4P’s do Marketing não são mais os mesmos, e o pivô desta metamorfose, sem dúvidas, é a tecnologia seguida dos hábitos dos consumidores e como ela passou a agir na vida e no cotidiano das pessoas, reformulando signicativamente este mantra mercadológico.

Não levar isto em consideração reverte a comunicação e relacionamento da organização, em sub-desenvolvida e estagnada, pois assim como a atualidade requisita, inovar é preciso, o que no marketing não é divergente, e não se atentar a isto, é realmente ancorar as metas da empresa.

Ferramentas Digitais caracterizam-se como sinônimo de redução de custos para Empresas

O objetivo, indiscutível de toda empresa, é alçar a maximização de seus resultados, paralelamente a redução de custo. No entanto, usufruir de tal combinação requer bom planejamento, como também uma gestão muito eficiente.

O aperfeiçoamento da tecnologia não se emprega unicamente no cotidiano simples, ou nas tarefas de rotina comum, mas igualmente têm manifestado um excelente desempenho quando ministradas no âmbito organizacional, auxiliando inúmeros empresários em suas tarefas diárias.

Os meios digitais têm se configurado como um verdadeiro ‘caminho das pedras’ para inúmeros negociantes, e isso se pode notar pela crescente busca das instituições em implementá-los a seus métodos.

Com alto poder de aplicabilidade e rendimento, o uso de tecnologia dentro das companhias tem ofertado as mesmas melhores resultados em processos internos, como por exemplo, a comunicação entre os colaboradores, que de acordo com um estudo realizado pela Regus, dentre 44 mil entrevistados em diversos países, 86% são adeptos de algum apetrecho digital com o fim de manter contato com o recinto de trabalho.

A tecnologia faz a ponte entre o funcionário e a empresa. É importante mostrar como os funcionários podem ser totalmente operacionais, mesmo quando não estão no escritório e, de fato, eles podem economizar o tempo gasto na viagem para o escritório ou para reuniões, e aumentar a produtividade”, afirma Otávio Cavalcanti, diretor da Regus.

Em uma outra análise, realizada pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), foi claramente perceptível como o uso de mecanismos online tem se tornado maior, pois a pesquisa expôs que, 52% das transações financeiras de 2014 foram efetuadas por intermédio da internet e mobile banking.

De acordo com a gerente de risco da Intercommer Finantial Services, Silvana Mora, as várias formas de conectividade fornecidas pela tecnologia, age em benefício não apenas das entidades corporativas, mas do mesmo modo em prol do consumidor.

Com essas novas estratégias, o cobrador terá mais recursos para estar em contato com o seu devedor, que por sua vez, terá mais tempo e mais possibilidades de negociação.” Diz Silvana.

O coadunar de ferramentas digitais às práticas administrativas, tem sem dúvidas culminado em maior produtividade, melhor aproveitado e gerenciamento da equipe, como também qualificação da comunicação com consumidores, além do reduzir de gastos, principalmente em matéria de planos de telefonia.

Diversos têm sido os proveitos viabilizados pelos meios tecnológicos, revelando os mesmos como excelente constituinte das estratégias empresariais. Então, o que você está esperando para também comprimir gastos e obter melhores resultados?

Investir em estratégia digital é imprescindível para crescimento das empresas

Inúmeros estudos da atualidade revelam o potencial da internet quando voltada para fins empresariais, no entanto, o que no início era visto como diferencial, hoje, se edificou como estratégia indispensável, levando as organizações adeptas a faturarem até 9% acima da média do mercado.

As estratégias de marketing digital, até pouco tempo atrás, pareciam apenas mais uma forma opcional de se atingir o público alvo, contudo, o alavancar da Internet, coadunado ao maior poder de acessibilidade, levou tais medidas virem a se formatar como imprescindíveis e, cada vez mais tem se percebido que as empresas resistentes e esta nova tendência vêm sendo superadas pela concorrência.

Para os negócios, as táticas representam não apenas maior visibilidade e interatividade com o consumidor, mas ao mesmo tempo, eficiência de processos, redução de gasto e otimização de campanhas, o que logo leva a compreender a razão de esta ter se tornado um excelente meio para qualificar e acrescer os resultados obtidos pelas entidades financeiras.

O que os dados apontam sobre as estratégias virtuais no mercado atual

Índices apontam que instituições que investem em estratégias online ganham sobre a média do mercado faturamento de 9% acima, e aumentam em 26% sua lucratividade, segundo estudo realizado nos Estados Unidos.

Apesar dos efeitos positivos já conquistados por muitas organizações em virtude da internet, outras muitas ainda não empregaram este meio em seus processos, assim como aponta a análise executada pelo MIT Center for Digital Busines, revelando que somente 20% das instituições possuem pelo menos um colaborador responsável pelas estratégias virtuais.

Ao segmentar o mercado nacional, pode-se notar que a atuação online por parte das empresas têm progredido, no entanto, ainda se mostra atrasado em comparação aos demais países, que investem e usufruem avidamente mais deste meio.

Outro ponto que as organizações têm se mostrado falhas na questão de integração a rede, é a capacitação digital de seus colaboradores que recorrentemente não possuem conhecimento nem experiência sobre estratégias digitais.

Como melhorar o desempenho da empresa a partir de investidas digitais

O primeiro passo antes de iniciar as atividades institucionais na internet é certificar-se que a equipe detêm knou-how para realizar tais ações. Os profissionais ideias para a matéria devêm ser adjetivados das características que compõem o DAAC, atributos que correspondem as demandas de se desenvolver este tipo operação.

Cidadões Digitais: Indivíduos que já nasceram em meio à difusão da internet, ou que possuem grande domínio sobre suas funcionalidades e canais de interação;

Feras em Análise Web: Profissionais que têm habilidade com a mensuração de e análise de dados;

Feras por seu Alcance na Web: Pessoas que possuem um bom relacionamento com os canais sociais, mantendo atualizações e publicações interessantes, assim, sustentando uma boa interatividade com sua rede de amigos virtuais;

Criadores de Conteúdo: Uma das metodologias mais visadas para a web é a criação de conteúdo relevante, um dos principais atrativos dos internautas;

Com o time e objetivos alinhados, o passo seguinte é delinear a estratégia, tomando por base a visão clara e compartilhada de público e canal de atuação, levando em consideração processos técnicos, direcionamento de recursos, e metas expectadas. Desta forma, é possível ter um panorama compreensível das operações e sua eficiência a cada etapa.

Como uma oportunidade inteligente de superar a crise e minimizar os danos econômicos, os empresários brasileiros vêm empregando estas medidas no sistema interno de seus negócios e, de acordo com pesquisas recentes, estes têm obtido melhor desenvoltura em seu segmento.

Fonte: CIO

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How Marketing Can Work With Sales to Close More (and Better) Leads

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