7 dicas de ouro para aumentar o faturamento de sua loja online

O comércio digital tem aberto muitas portas para os empreendedores brasileiros, ao mesmo tempo que o consumidor tem cada vez mais abandonado o receio de realizar compras por meio da internet, o que faz esta parecer a receita perfeita para um bom negócio, não é mesmo?

Mas como todo mar que tem muito peixe, do mesmo modo, muitos pescadores são atraídos! Tal qual acontece com o varejo físico, a concorrência entre lojas online tornam-se progressivamente acirradas e adjetivadas de boas estratégias, não deixando outra opção para os investidores senão muito se empenhar em aplicar medidas inteligentes e também originais.

Ter sucesso neste setor requer o emprego de algumas técnicas essenciais, as quais preparamos algumas dicas que, sem dúvidas, farão toda diferença no desempenho de todo segmento de e-commerce:

1.Mostre-se um negócio sério e confiável:
Cativar a confiança do consumidor e mostrar que a empresa é idônea e transparente em suas transações, é fundamento indiscutível, em especial na internet, uma vez que não há a interação pessoal com o vendedor e o produto a ser adquirido.

Torne acessível informações sobre a loja, como endereço da sede física e canais de contato. Do mesmo modo, seja claro quanto a prazos de entregas e políticas de troca/devolução.

Enfatize que seu site zela pela segurança das informações do cliente do cliente, e que a privacidade dos dados cadastrais serão estritamente preservados.

2.Faça do seu site a primeira boa impressão:
Layout poluído ou com uma estética não atrativa ao segmento alvo, reduzem o tempo que o internauta permanece em sua loja. O mesmo acontece quando o site dificulta a busca ou confirmação da compra.

Proporcione navegabilidade descomplicada e aparência convidativa em sua página, igualmente cuide para que as imagens e descrições dos itens estejam adequadas.
Desta forma, o visitante terá uma experiência agradável ao pesquisar seus produtos.

3.Facilite a conclusão da compra:
Disponibilize versatilidade para que seu cliente confirme a aquisição, oferecendo ao mesmo opções de como realizar o pagamento, desde boletos, cartão de crédito de diferentes bandeiras ou transferência bancária, sempre lhe garantindo segurança ao efetuar tal.

Torne o cadastro e o cálculo de frete práticos e rápidos em seu site, e uma excelente dica, é oferecer o botão “compre com um click”, que facilita ainda mais o processo de compra de pessoas com dados já registrados anteriormente.

4.Projete seu e-commerce por meio do marketing online:
Internautas adoram encontrar novidades, então oferte isso a eles! Anuncie os diferenciais de sua loja, e as ofertas imperdíveis.

Aumente a divulgação de comercio digital por meio de estratégias como SEO e links patrocinados, assim sua empresa se tornará mais visível nas buscas do Google, revertendo isso em maior número de pessoas o acessando.

5.Seja amigo de seu cliente
A tecnologia torna possível entrarmos em contato uns com os outros de modo muito simples e eficiente. Use este artifícios a seu favor.

Ouça as dúvidas, queixas e opiniões de seus e-consumidores, por meio de chats online e redes sociais, além do clássico telefone e e-mail. Desta forma, o target se sentirá valorizado e confortável em continuar interagindo com a loja.

6.Promova o Social Commerce:

Esta tendência consiste em ter seus produtos recomendados nas redes sociais por usuários que se sentiram satisfeitos com a aquisição, desta maneira, fomentado nossos clientes a conhecerem suas mercadorias.

7.Adote estratégias online

Para a saúde financeira e desenvolvimento de seu comércio eletrônico, esteja sempre bem equiparado de uma boa estratégia. Para tanto, utilize ferramentas digitais para mensurar resultados, avaliar o mercado atuante, conversão de leads e índice de popularidade.

Encontrar novos parceiros online também é uma dica interessante, pois assim, você poderá fortificar seu posicionamento, além de gerar e usufruir de benefícios recíprocos.

Habilitar um e-commerce, não divergente de qualquer outro negócio, necessita de boas estratégias, dedicação e criatividade para que se obtenha êxito com os investimentos. No espaço digital, este setor têm se mostrado muito mais amplo e aberto a inovações, ofertando a chance a muitos empresários de alçarem grandes resultados.

Internet disponibiliza meios viáveis para empresas que querem atuar no espaço digital

O espaço digital tem favorecido boas oportunidades de lucro para as empresas, levando estas a investirem 8% a mais em Marketing Digital no ano de 2015.

Com a expansão da Internet e número de usuários que permanecem conectados com frequência, gradativamente as empresas têm reconhecido e investido no potencial da web e, com isto, vêm obtendo crescimento significativo no mercado.

O Brasil ainda tem muito que explorar nesta área, no entanto, empresários que decidiram se aventurar no meio online, não apenas tem melhorado suas práticas internas e relacionamento com cliente, mas também percebido que esta medida se tornou indispensável para o progredir da instituição.

O marketing digital tanto em matéria de promoções e publicidade online, quanto e-commerces, tem impulsionado o desenvolvimento das entidades financeiras expressivamente que ao aplicar ações adequadas, pode vir a crescer até 30% a mais do que a concorrência, segundo Paulo Kendzerski, diretor presidente da WBI.

Quando investir em internet é viável?

Empregar ações no ambiente digital, uma vez que tenha por base a visão clara sobre o segmento de público alvo e planejamento estruturado, é viável a todo tipo e porte de negócio. Contudo, com óptica dedicada ao território nacional, este tema ganha maior destaque perante as pequenas e médias empresas, em razão do direcionamento de recurso sustentável e versatilidade de suas práticas.

Com um amplo repertório de artifícios que podem ser trabalhados, desde links patrocinados, e-commerce, inbound ou redes sociais, a internet viabiliza medidas estratégicas de relativo baixo investimento, cifras inferiores quando comparado a mídias tradicionais, possibilitando as PMEs potencializar seu relacionamento com cliente e massificar sua visibilidade no mercado, consequentemente otimizando seus resultados.

As empresas fogem cada vez mais do caminho do branding tradicional e optam pelo relacionamento, pelo bate-papo com os clientes. Trabalhar bem as mídias sociais é um dos principais meios. Exige mais criatividade e estratégia do que dinheiro, afirma Flávio Horta, diretor da Digitalks.

Meios Digitais x Estratégia Empresarial: Como se encontra o cenário atual?

Muitos especialistas defendem que o direcionamento para medidas digitais deve conglobar cerca de 25% dos investimentos, todavia, para 2015 as projeções já esperavam aumento de 8% na aplicação de recursos para este setor, segundo estudo realizado pela Gartner que ouviu mais de 300 diretores de marketing de organizações de diversas áreas.

Os índices apontam que, a tendência é que a verba voltada à internet para fins estratégicos venham a alçar volume ainda maior nos próximos anos, o que não se caracteriza como uma ameaça para os que detêm orçamento mais restrito, mas sim, a comprovação de como este meio tem granjeado efeitos positivos, e resultados proporcionais às metas e investimentos.

A importância da identidade visual no seu negócio

Com tanta informação circulando nos meios de comunicação, a identidade visual e corporativa faz toda a diferença para a empresa, ela faz com que você se destaque em meio a tanta concorrência e agregue profissionalismo ao seu negócio. A Identidade Corporativa ou Identidade Empresarial (em inglês, Corporate Identity) pode ser definida como o conjunto de atributos que torna uma empresa especial, única. Esses atributos são classificados de essenciais e acidentais. Os primeiros são os atributos que se referem ao propósito da empresa, a missão e aos valores; os atributos acidentais contribuem para a descrição da empresa, mas não definem a sua essência.

Blocktime: case em arquitetura de marca e negócio

ABR/2017 – É importante que você tenha responsabilidade sobre tudo aquilo que diz porque nunca se sabe o efeito/ação/significado considerado pela outra pessoa. Neste episódio de mentoring estruturado a partir da filosofia Givers Gain®, seguido de discussões sobre branding e arquitetura de marcas vs. impacto no negócio, a provocação “ainda não entendi o que você faz/vende” potencializou uma transformação 360º na comunicação do Grupo Blocktime.

JOÃO CARLOS GUIRAU, administrador de empresas, há 27 anos atua na área de tecnologia da informação com ênfase em Redes de Computadores. Foi responsável pela implantação de redes locais na FIESP e SESI – SP e há 14 anos atua como consultor via Blocktime Tecnologia – empresa especializada em planejamento, implantação e administração de redes de computadores, sistemas de informações e integração com Internet nas áreas administrativas, industriais e no apoio a projetos de e-learning. Também é professor em cursos de pós-graduação.

Identidade visual é marca, é valor, personalidade, gera novos negócios para empresa

Toda empresa séria e que se preocupa com sua imagem deve ter uma identidade, que vai muito além do logotipo. A identidade visual engloba todo o visual e os conceitos por trás da metodologia de seu trabalho e é seu bem de maior importância pois, a marca, é o que a representa perante o mundo e seus clientes.

Devido à sua importância, a identidade visual deve ser bem estudada e trabalhada. Seu desenvolvimento requer um estudo completo de aplicações e formatos ideais para sua apresentação. Inclui, além do logotipo, materiais básicos de papelaria como cartão de visita, envelope, papel timbrado, website etc. Segundo o professor universitário e executivo de marketing/design, Ricardo Di Santo:

Você já imaginou o que seria de alguém que não tivesse nome, um rosto, ou até uma assinatura? Esta é uma forma simples de compreender a importância da identidade visual no seu negócio. As marcas são lembradas pelos produtos, serviços e experiências que proporcionam aos seus consumidores e clientes, contudo, de nada vale esforços e investimentos se estas não forem lembradas e identificadas. Mas será que basta ser lembrada? Naturalmente, sabemos que também não basta ser lembrada, precisa ser lembrada e identificada como um conjunto de valores que traz algum benefício para a vida das pessoas. Possuir uma boa Identidade Visual é fundamental para uma marca que procura se apresentar ao mercado de forma sólida e profissional. Um bom projeto de identidade visual visa estabelecer personalidade para uma marca além das suas mais variadas formas de aplicações como sites, documentos, materiais impressos e digitais de comunicação além de outras possibilidades, a partir das necessidades que são variáveis e particulares de cada negócio.

Por mais que não percebamos, nosso cérebro armazena muita coisa que não temos ideia, por isso a importância de ter uma identidade visual e corporativa marcante, ela faz com que o cliente lembre da sua marca por um símbolo, elemento ou até mesmo conjunto de cores. A identidade visual é toda linguagem comportamental que a empresa adota como padrão para o seu relacionamento. É na leitura visual que os consumidores reconhecem qual o universo, o ambiente, a forma, o jeito de ser daquela marca, nos permite conceituar a empresa em seu caráter seja ela uma empresa de vanguarda seja uma empresa tradicional. Permite-nos distinguir se é uma empresa moderna ou se tem elementos saudosistas; se é de tendência ou se é apenas uma revendedora de estilos.

Posicionamento de marca

A identidade visual declara diretamente com quem a empresa quer conversar. Se for uma empresa que busca trabalhar com produtos para uma classe mais elitizada, cores pasteis, fontes simples com toque de sofisticação, elementos neutros e precisos darão à comunicação empresa-cliente o toque que enche os olhos desse público. Para cada universo ou produto/serviço, uma linguagem. Para cada público, um comportamento. O importante é conhecer bem o público com quem você quer se comunicar. Observar os elementos básicos desse universo de pessoas é o segredo do reconhecimento direto público – empresa.

Uma boa comunicação visual é avaliada no primeiro olhar. O futuro cliente bateu o olho e já entendeu o comportamento da empresa. Podemos dizer que essa comunicação é excelente. É papel da comunicação visual trazer o esclarecimento do status e o valor agregado. Elementos difusos tem um valor; elementos sofisticados tem outro. Contudo, a escolha desses elementos está no direcionamento do público.

Portanto,

Seja qual for o tamanho da sua empresa, saiba que definir bem o seu público e construir uma comunicação que fale diretamente com ele é indispensável ao sucesso do negócio. Soluções criadas e público bem informado acerca do produto. Esta é a missão da comunicação para trabalhar bem a sua marca e para ambientar a empresa no mercado.

Ps. 80% deste texto foi publicado originalmente no site oibe.com.br.

Marketing de contexto é o novo marketing de conteúdo

Na época em que liderava a Microsoft, Bill Gates disse sua famosa  frase “Content Is King”, em tradução livre “Conteúdo é Rei”. O ano era 1996 e internet comercial havia apenas começado. Telefonia celular é caríssima e para poucos e ricos.

Essa velha frase, inclusive muito citada no Brasil, vem servindo como um manifesto nas últimas décadas, principalmente para mostrar que é o conteúdo quem manda. Mas na era atual, onde o mobile dita as regras, este mantra vem mudando de sentido.

Em tempos de internet das coisas e de dispositivos conectados em tempo integral, quem faz negócios têm acesso sem precedentes a dados importantes dos clientes que pretendem alcançar. Nunca foi tão fácil alcançar e influenciar o consumidor em cada uma das etapas de compra.

Mas, com as novas oportunidades, surgem novos desafios para o marketing. Não apenas ter um ótimo conteúdo, é preciso saber como, quando, onde e para quem você deve entregá-lo. E é aí que entra em cena o marketing de contexto.

O que é marketing de contexto?

O marketing de contexto é um conjunto de práticas destinadas a ampliar o valor do seu conteúdo para seus prospects e clientes. Mais especificamente, trata-se de usar as qualidades conhecidas por você sobre eles para contextualizar o conteúdo e entregar o máximo de valor através dele.

Marketing precisa considerar sempre contexto, sentido e repertório.

“O Novo Marketing”, um estudo feito pela Dom Strategy Partners, apresenta um panorama do que pode ser considerado o marketing de contexto.  De acordo com a pesquisa, o marketing como é concebido hoje deve desaparecer em função das necessidades de investidores, clientes e públicos ligados às marcas.

Os dados levantados a partir de entrevistas com mais de 500 executivos de marketing, mostram que 48% das empresas afirmam que os esforços de comunicação, marketing e atendimento ao consumidor representam apenas de 15% e 22% do orçamento. Chega-se à conclusão de que há gastos excessivos para pouco valor percebido.

Para os participantes, há três fatores essenciais que colaboram para a mudança do marketing como conhecemos:

  • #1 –  A falta de conhecimento sobre o papel da empresa na sociedade;
  • #2 – A ansiedade por resultados a curto prazo;
  • #3 – A percepção do cliente como um “custo”.

A solução para isso seria o “contexto”, que define a relação entre cliente e a empresa. Algo ligado à conjuntura relacional de necessidades, expectativas e percepções.

O trabalho agora é parar e ouvir

“Inception”, lançado no Brasil como “A Origem”, é um filme norte-americano estrelado por Leonardo DiCaprio. A trama destaca a possibilidade de influenciar a realidade através da manipulação do subconsciente. O filme é um bom exemplo de como o contexto pode ser usado de forma eficaz.

O personagem principal e seu braço direito estão em uma missão de invasão da mente, baseada numa técnica de espionagem industrial através dos sonhos. No sonho a dor é sentida, mas a morte leva a pessoa a acordar.

A forma para reconhecer a manipulação no sonho é quando os personagens ou eventos estão fora de contexto. Se as coisas fogem do contexto, os resultados reais são terríveis para os personagens, no entanto, se bem contextualizadas, os personagens podem realizar coisas incríveis.

Assim também é com o marketing…

Conhecer e compreender o contexto do usuário é única forma de fazer com que suas estratégias de marketing garantem resultados satisfatórios. A partir do momento em que você consegue compreender os medos, desejos e necessidades de seu cliente-alvo, é bem mais simples gerenciar o diálogo entre a marca e ele.

A visão sobre as informações que o cliente fornece à empresa, são extremamente úteis ​para surpreender, encantar e proporcionar aos clientes uma experiência notável que resultará na construção de fidelidade. O trabalho hoje então é parar e ouvir.

Do real time marketing à comunicação estratégica de contexto

Os 5 pilares para o marketing de contexto

Há diversas formas de praticar o marketing de contexto, mas a Marketing Profs destaca as 5 melhores práticas:

  • #1 – Geolocalização

Através dos dados de geolocalização, é possível segmentar a estratégia a partir de parâmetros óbvios, como o local onde o usuário está. Isso permite gerar anúncios, oferecer, conteúdos ou cupons de desconto, por exemplo. Mas se você gosta de ir além, é bom saber que a geolocalização também é capaz de oferecer informações como o clima, a temperatura, a idade, escolaridade, o poder aquisitivo, entre outras informações de pessoas que frequentam determinada região.

  • #2 – Tempo

Saber quando um usuário vai receber a mensagem também é muito importante para o sucesso de uma estratégia de marketing. Por exemplo, as atividades realizadas pelas pessoas em dias de semana são bem diferentes daquelas realizadas em fins de semana ou feriados. O marketing de contexto exigirá em muitos casos que você estude a rotina do consumidor para descobrir qual é o dia e horário mais propício para conversar com ele.

  • #3 – Dispositivo

Um simples detalhe que pode fazer toda a diferença no sucesso de uma campanha baseada em contexto. Vídeos, links e botões costumam ter diferentes resultados em diferentes tipos de smartphones, tablets, notebooks, e-readers ou microbooks. Por isso você deve se atentar aos tipos de dispositivos utilizados pelo usuário. Se o público-alvo usa conexão 3G, é provável que um anúncio em forma de vídeo seja rejeitado, já que esse formato consome muito mais dados do que um banner, por exemplo. Muitos usuários instalam adblockers simplesmente para economizar banda de seus planos de acesso à internet móvel.

  • #4 – Idioma

Se você já recebeu um anúncio em inglês, ou em qualquer outra língua sem ser a sua nativa, enquanto utilizava seu smartphone, vai entender porque o idioma é importante para o contexto. Se sua empresa tem alcance internacional, é preciso ser muito cuidadoso para não errar nesse aspecto. Metade do remarketing que eu vejo não está contextualizado.

  • #5 – Performance

O marketing de contexto permite criar ações como campanhas baseadas em clicks ou em métricas de conversão. É possível, por exemplo, criar uma promoção em que as pessoas escolhidas recebam algo de valor percebido, como um brinde ou voucher. Assim, o consumidor é envolvido pelo conteúdo e a mensagem passada ganha um lugar especial na mente do público.

Como aplicar o marketing de contexto em sua estratégia?

Praticar o marketing contexto exige uma mudança de mentalidade. É preciso se afastar da velha forma de entregar conteúdo. Para obter vantagem por meio desse novo marketing, as empresas devem reconhecer que o cliente está no controle, e por isso devem começar a compreendê-los num nível mais profundo.

Confira agora algumas maneiras de tornar isso real:

  • Pense em interações

O marketing de contexto exige que você enxergue o mundo através dos olhos dos clientes. Isso requer uma transição das tradicionais campanhas para as interações. Campanhas são feitas para vender, já as interações para fazer o cliente dialogar com a marca. No contexto atual, em muitos casos, trata-se de oferecer o que os consumidores querem.

  • Engage

É preciso fazer com que seu conteúdo envolva o público-alvo. Temos alguns exemplos, como como as receitas da McCormick, o compartilhamento social da Nike Plus sobre saúde e exercícios e os diálogos de consumidores da Mini durante corridas de automobilismo. Todas essas campanhas tiveram como base o engajamento.

  • Use dados de reconhecimento do cliente

Nenhum visitante do seu site é igual a outro. Por isso que eles não devem ser tratados da mesma forma. Depois que um visitante acessa seu blog, é fundamental aplicar tudo o que você sabe sobre as preferências e necessidades do público para personalizar a experiência. Você pode se valer, por exemplo, do contexto adicional de seus históricos de navegação e compras para determinar quais ações devem ser por ele no momento da visita.

  • Aposte no momento do cliente

Fazer marketing de contexto significa reagir em tempo real às oportunidades de engajamento ou vendas. O objetivo é criar uma série de ações que se encaixem no momento do cliente. Isso vai te ajudar a ajustar as ações e direcionar os resultados com base em novos dados de entrada.

  • Aja com base na troca de valor

Claro que no fim, converter é o que vale. Mas o marketing não pode ser focado unicamente neste resultado. Você precisa de outros indicadores-chave de desempenho que oferecem uma troca de valor compartilhada para sua empresa e seus clientes.

  • Seja humano

Interaja com as pessoas através de pessoas. Não há nada como ouvir uma voz humana do outro lado da linha. As pessoas odeiam bots, unidades de atendimento remoto e digitar dezenas de opções antes de conseguir falar com alguém. Esteja pronto para interagir quando seu cliente quiser falar com você.

Dois casos de sucesso com o marketing de contexto

  • #1 – Coca-Cola

Galera Coca-Cola

A marca de refrigerante mais famosa do mundo fez uma parceria com a organização brasileira In Loco Media. A campanha usou o poder da geolocalização indoor para promover as “Mini garrafinhas da Galera”, parte da ação “Bebendo uma Coca-Cola com”, criada pela agência J. Walter Thompson.

A ideia foi influenciar o consumidor a buscar o produto nos pontos de distribuição. O meio usado para isso foi comunicar ao público anúncios segmentados para quem visitou ou estava próximo ao Posto Shell nos nos últimos 15 dias. Dessa forma foi possível dialogar com pessoas que tinham chances reais de visitar um dos pontos de distribuição das “Mini Garrafinhas da Galera”.

Por trabalhar com o contexto do usuário, a campanha gerou resultados impressionantes. Foram alcançados mais de 5 milhões de usuários. O CTR foi de 3,27%. No fim, 2.276 pessoas visitaram alguma loja Shell após clicarem em um dos anúncios. Esse é o poder do contexto no marketing!

  • #2 – Outback

Outro caso de sucesso com o marketing de contexto é da rede de Restaurantes Outback em parceria com a empresa americana xAd. A campanha foi feita com o objetivo de elevar a presença da marca na mente do público-alvo e estimular as pessoas presas no trânsito a fazerem suas refeições na unidade Outback mais próxima.

A solução foi usar a tecnologia de geolocalização para impactar os consumidores em locais previamente selecionados. As propagandas foram alinhadas ao contexto em que eles se encontravam. Usando as premissas do marketing de proximidade, a empresa alcançava as pessoas numa distância de aproximadamente 10 milhas de algum restaurante Outback. O CTR da campanha excedeu os 80%.

Qual é o contexto do seu cliente?

O consumidor moderno não é um mistério.

Ele está o tempo todo enviando sinais de quem eles são e como eles querem ser envolvidos pelas marcas. Cabe a você perceber isso nas principais fontes de contato que tem com seu consumidor, para criar ações com base no contexto dele. Fazendo isso, seus resultados com o marketing digital e com o marketing de conteúdo serão indiscutivelmente incríveis.

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Marketing: engrenagem essencial de todo negócio

“Marketing autêntico não é a arte de vender o que você faz, mas saber o que fazer. É a arte de identificar e compreender as necessidades dos consumidores e criar soluções que tragam satisfação aos consumidores, lucros aos produtores e benefícios aos acionistas.” Phillip Kotler

Atualmente o Marketing é mais do que reconhecido como engrenagem fundamental para o sucesso de qualquer negócio. Suas múltiplas estratégias tem por escopo, cativar o consumidor a partir de investidas que ofertem valores percebidos, tanto para o consumidor, como para quem se empenha em iniciar a barganha, de modo que ambos os lados relativamente obtenham resultados lucrativos.

Despontado no período da segunda guerra mundial, o marketing no transpassar do tempo continuamente tem derivado novas vertentes que sempre ratificaram sua principal essência: criar valor, incitar a satisfação do público e aproximá-lo da marca.

Desde de que nascemos somos clientes dele, mesmo os leigos na matéria podem compreender o quão nos permitimos envolver por suas ações. Contudo, ao mesmo tempo que seus esforços tem a maestria de encantar, nos bastidores de sua área é que de facto se pode ver tudo acontecer nos mínimos detalhes, para só então vir a luz os resultados surpreendentes.

Sua natureza é composta de demasiado estudo de mercado, igualmente por óptica crítica sobre publicidade, vendas e pós-vendas, custos e benefícios para o negócio, bem como estatísticas e comportamento de consumo, no arquitetar de táticas calculadamente planejadas e sincronizadas que efetivamente farão emergir efeitos profícuos.

Diferentes métodos se aplicam ao marketing, afinal, o mesmo sempre foi referência quando tratamos do diferencial de um negócio, entretanto, em contraposta ainda é possível encontrar profissionais do ramo que optam pelo tecnicismo, grave garfe que inibe os verdadeiros proveitos que a empresa poderia usufruir.

Qualidade e autenticidade de conteúdo se edificou como a regra de ouro para se alçar bons resultados, afirmação enquadrada pelas novas tendências comportamentais do público, tal qual suas novas formas de consumo, tanto de produtos e serviços, como também de mídia.

Parte inseparável das estratégias, sem dúvidas, são seus meios de veiculação, e a internet se edificou como um dos canais de maior destaque em comunicação.

Nosso país é um dos principais consumidores de conteúdo online, logo, o espaço digital se revelou como fértil terreno para se aplicar ações institucionais, otimizando as atividades e possibilitando a mensuração de cada uma delas.

Interagindo com a web, pode-se perceber o potencializar das práticas do marketing, em paralelo a versatilidade e baixo custo dos investimentos, o que gradativamente vem atraindo os olhares das empresas.

Segundo dados do IBGE, um número dominante das organizações nacionais são de pequeno e médio porte, e as mesmas, de modo crescente, têm se dedicado em investir nas estratégias de marketing digital, em decorrência de custo mais acessível e, principalmente, de sua grande eficácia, se tornando forte tendência no mercado hodierno, assim como afirmado por Kotler:

“A maior parte do marketing hoje está se mudando do mercado para o ciberespaço.”

Os atributos conectados ao marketing, congloba uma rica gama metologias, tal qual o neuromarketing, que como já comprovado cientificamente, é altamente proveitoso e conveniente para as táticas a serem aplicadas, assim como a metodologia de programação neuro linguística que por meio do online, podem ser muito bem trabalhadas.

No entanto, a originalidade é um item incondicional a ser empregado no marketing, uma vez que a “pasteurização” de estratégias se caracterizam como verdadeiras âncoras de qualquer intento de progresso.

“A diferenciação proposta pelo Marketing lá no pós guerra vale até hoje. Se você tem um por quê, sabe como e o quê fazer, desconfie de promessas milagrosas. Cuidado com produtos ou serviços enlatados.

Robotização funciona muito bem nas linhas de produção da indústria ou em contextos de computação em nuvem, por exemplo, onde é necessário escalar processos para aumento da produtividade e receita financeira. Quando se fala de pessoas, opte sempre pela personalização, pelo orgânico, flow, pela originalidade.”  Rogério Costa, publicitário e estrategista de Internet Marketing Promotion na Agência Oibe.

Como todos os elementos que compõem nossa sociedade, a matéria do marketing igualmente se inclui na dinâmica de constantes renovações e aperfeiçoamento, contudo, a natureza de seu objetivo não deve ser alterada, mas sim, ratificada: construir uma identidade e gerar valor.

Especialista Armen Ovanessoff, diretor-chefe do Instituto de Alta Performance da Accenture ratifica: Internet é muito vantajosa para PMEs

A dinâmica atual dos negócios tem suscitado inúmeros empresários a adotarem em sua gestão artifícios adjetivados de tecnologia, a escopo de alçar melhorias na administração interna, como, também, relacionamento com o cliente e posicionamento da marca.

Claramente tem se notado os resultados positivos que muitas organizações têm desfrutado ao atuar na rede, fator que tem se mostrado ainda mais evidente entre as PMEs, já que as mesmas dependem de menos burocracia e sua estrutura mais descomplicada permitem melhor adaptação.

Abordando este tema, o britânico Armen Ovanessoff, habituado ao cotidiano de São Paulo, e reconhecido como importante especialista em novos negócios e economias emergentes garante, investir em internet é sinônimo de vantagem para empresas de pequeno porte.

Pesquisa realizada pela Accenture revelou que 51% dos brasileiros mantêm contato online com instituições, em comparativo a 37%, que é a média mundial. Nas redes sociais este índice do mesmo modo tem sido promissor, de acordo com Armen, aproximadamente 80% dos usuários do Facebook no Brasil tem curtido, pelo menos, um perfil de PME, novamente superando a média global que é de 70%, “Nossa pesquisa indica que os consumidores brasileiros estão altamente conectados e mais propensos do que a média global para usar a internet para pesquisar produtos. As empresas brasileiras precisam acompanhar esse voraz apetite digital dos consumidores do país, e construir estratégias para atender a esta demanda.”

O especialista defende que, ao contrário do que muitos pensam, inovação não significa que os pequenos negócios serão engolidos pelos maiores, coisa recorrente no passado, no entanto, a realidade contemporânea tem disponibilizado ações simples e mais viáveis para empresários com poder de investimento um pouco mais modestos.

Assim, mais uma vez, os meios digitais se caracterizam como ferramenta perfeita para os pequenos empreendimentos, reforçando que os mesmos qualificam os processos, e categoricamente melhoram os negócios com cliente.

Independentemente do porte da companhia, o uso de tecnologia vem a ofertar múltiplas vantagens, pois a mesma tem a capacidade de se adequar as características da entidade, assim como corroborado por Armen, além disto, muitas pesquisas recentes igualmente têm revalidado o quão profícuo tem sido a aplicação de ferramentas digitais nos processos administrativos, isentando qualquer dúvida quanto a efetividade deste apetrechos em benefício das empresas.

Internet viabiliza medidas estratégicas de baixo custo para Empresas

Cada vez mais consolidada no mercado, estratégias voltadas ao meio online têm comprovado sua competência e, gradativamente, apurado sua prestabilidade, enquanto ao mesmo tempo, se apresentam menos custosas e mais flexíveis, proporcionando as empresas maiores vantagens quanto aos gastos em comunicação.

Obter maior economia de verba com ações, e em paralelo, sucesso com o atingir de metas propostas, é a eficiência empresarial que toda negócio deseja alçar, principalmente em tempos de crise, quando todo investimento merece atenção triplicada antes de ser aprovado.

Em todo este contexto, o uso da internet em medidas organizacionais, de fato, tem resultado em práticas de baixo custo e mais segmentadas, retorno sobre investimento mais rápido e proveitoso, além de gastos extremamente reduzidos ao se tratar de comunicação com cliente interno e externo.

Os meios digitais, além de moderar exorbitantemente as despesas com operadoras de telefonia, proporcionam diálogo muito mais ágil e claro entre a equipe, igualmente favorecendo o orçamento da instituição quanto ao marketing.

O marketing trabalhado através da internet, ou marketing digital, concede aos objetivos da entidade metodologias definitivamente mais viáveis, desde o uso de palavras-chaves, links patrocinados, inbound, redes sociais, e-mails marketing ou publicidade online; em suma, as campanhas veiculadas na web representam 62% menos desembolso para o caixa da companhia.

Ao contrário do grande volume de recursos que se faz necessário ao se empregar meios tradicionais de marketing, o uso da internet é reconhecidamente mais saudável ao financeiro da organização, além de fornecer benefícios aos planejamentos estabelecidos, e versatilidade das atividades, é extremamente recomendável as PMEs, justamente por possibilitar resultados assertivos sem ser preciso despender altíssimas quantias.

Sendo notável o custo/benefício dos atributos online para as empresas, estudos têm revelado que este tipo de mediada muito tem sido visionada pelas mesmas, principalmente em 2015; desta forma, tornando perceptível o quão profícuo pode ser a adoção dos meios digitais em questões estratégicas.

Não Conhece SAC 2.0 e Branded Content ? Corra!

Na era em que o volume e a velocidade das informações criam tendências, estratégias do marketing digital podem ajudar na fidelização e no relacionamento com clientes

Você já imaginou se, de uma hora para outra, o mundo deixasse de contar com a internet e todas as suas facilidades? Embora seja algo remoto de acontecer, com certeza impactaria na economia global. A internet é utilizada por bilhões de pessoas, que diariamente analisam e compram a qualidade dos produtos e serviços, marcas, tendências, e buscam preços mais competitivos. Ter uma estratégia para atingir esse público é quase uma obrigação, no entanto, ainda existem empresários que ignoram o marketing digital.

A internet mudou a maneira de as pessoas comprarem e tem movimentado mais de US$ 1 trilhão anualmente por meio de comércio eletrônico em todo o mundo. Somente no Brasil, segundo estatísticas do Centro de Estudos sobre Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br), dos mais de 75 milhões de internautas – cerca de um terço da população – 94% pesquisam virtualmente sobre tudo o que desejam comprar ou contratar.

Apesar de todos os argumentos, mais da metade das empresas, sobre tudo as de pequeno porte, nem se quer possuem site próprio. Das que já estão na internet, grande parte ainda não utiliza o marketing digital como estratégia para se destacar. “ As pequenas empresas são , ou deveriam ser, mais rápidas em se reposicionar e encarar as novas realidades do mercado. Tudo o que o momento requer é isso”, diz Francisco Madia, presidente da Academia Brasileira de Marketing (Abramark).

Para Sandra Turchi, professora e consultora de marketing digital da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), os gestores que ignoram o mundo virtual precisam acordar . “É fundamental se adaptar a esse novo consumidor que discute, questiona, exige qualidade e ainda tem poder de gerar crises capazes de assolar a imagem de uma companhia com apenas alguns cliques”, diz.

No entanto, a especialista ressalta que, antes de sair criando sites mal elaborados, blogs e perfis em todas as redes sociais é preciso planejamento. “A dica é ir com calma, pois mesmo o arroz com feijão deve ser feito bem feito. Uma empresa precisa estar pronta para entrar no mundo digital e não cometer erros que possam manchar sua imagem”, afirma.

SAC 2.0
Há poucos anos o cliente insatisfeito só tinha como opção fazer uma reclamação à empresa por telefone ou email. O famoso “boca a boca” funcionava apenas para familiares e amigos mais próximos. Hoje, com os diversos canais da internet, principalmente por meio das redes sociais, a má experiência com o produto ou serviço adquirido é compartilhada com o mundo todo em questão de segundos, podendo gerar, até mesmo, danos irreparáveis à marca e credibilidade de uma companhia.
Para evitar problemas nesse sentido, empresas como Submarino, Algar, Renault, Oi, Riachuelo, entre outras, estão adotando como alternativa ao tradicional Serviço de Atendimento ao Consumidor, o chamado “Social SAC” ou “SAC 2.0”, em que reclamações, dúvidas ou sugestões são respondidas rapidamente por meio das próprias redes sociais. “ É importante estar onde o cliente está. A empresa ter um perfil no Twitter e no Facebook nos dias de hoje é indispensável para monitorar a marca, interagir com os clientes e saber sobre o que estão falando”, diz Sandra Turchi.

Na ausência de um monitoramento próprio da web, a alternativa é contar com empresas especializadas em “SAC 2.0”. O Scup, que coleta conversas nas redes sociais em tempo real, armazena as informações e as disponibiliza em um relatório analítico completo. O Scup conta com mais de 900 clientes entre pequenas, médias e grandes companhias.

“ É preciso aproveitar a oportunidade e o momento. As conquistas do ambiente digital permitem que as empresas se relacionem com seus clientes em tempo real e com interatividade. Ou seja, hoje, mais do que nunca, chegou a hora e a vez das pequenas e médias empresas”, firma Francisco Madia, da Abramark.

Branded Content
Cada vez mais seletivo e com autonomia para rejeitar propagandas sem nenhum conteúdo relevante, o consumidor da internet é quem decide quando e o que acessar. Nesse cenário, o Branded Content, ou Conteúdo de Marca, tem o papel de oferecer informações úteis a seu público-alvo, associando um produto ou marca a um conceito que gere valor e conhecimento.

Um exemplo brasileiro do que pode ser praticado em Branded Content é o movimento Viva Linda, do Boticário. Para atrair mais consumidores, a empresa criou um site paralelo ao institucional com conteúdo exclusivo relacionado a informações e dicas sobre moda, beleza e comportamento, além de promoções nas quais participantes concorrem a brindes da própria empresa.

Em uma iniciativa semelhante, a Desenvolve SP criou em 2011 o Canal do Empresário, um canal que reúne informações e conteúdo de qualidade voltando ao dia a dia dos empresários de todos os setores da economia. O site possui agenda de eventos, legislação, dicas de gestão e planejamento, histórias de sucesso e videofórum interativo que a cada 15 dias traz uma entrevista de um especialista.

Quem se dispõe a criar conteúdo para seu público-alvo tem à disposição ferramentas gratuitas que permitem sua disseminação. Além de dos blogs e sites como o Youtube, Facebook, Twitter, Flickr e Instagram , uma novidade que tem agradado aos consumidores são os sites que permitem a criação de infográficos. O Piktochart e o Visuwal.ly, por exemplo, permitem a montagem de infográficos em poucos passos, organizando diversos dados de maneira condensada, atraente e divertida. A grande sacada é descobrir qual o tipo de conteúdo funciona melhor para agradar o cliente.

Marketing Digital: Por que contratar uma Agência Especializada?

Habilitar atributos modernos e adjetivados de inovação em seus planos estratégicos tornou-se, hoje, algo essencial para as empresas, pois qualificar seus processos organizacionais é imprescindível para se manter potencialmente competitiva, sejam elas de grande a pequeno porte e dos mais variados ramos.

Neste cenário, muitas instituições vêm optando pelos benefícios da internet, em razão de a mesma ser capaz de proporcionar a otimização das táticas empresariais de forma demasiadamente eficiente, meta alçada pelo desenvolvimento de ações por intermédio do marketing digital, e que com o trabalhar deste meio, fornece a entidade financeira um verdadeiro up nos resultados.

Cada vez mais atentos a esta realidade do mundo dos negócios, empresários tornam-se adeptos destas tecnologias a escopo de nutrir os proventos de sua organização, não obstante, investir em marketing online, apesar de muito promissor, requer também óptica ponderada por parte dos investidores, visto que, apesar da praticidade ofertada pelas ferramentas digitais, seu uso de forma amadora possivelmente se reverterá muito distintamente do desejado.

Atuar por meio do marketing digital, pode ser, equivocadamente, interpretado como simplesmente criar um perfil em redes sociais, ou envio de e-mails marketing. No entanto, não deter conhecimento e experiência veraz sobre este artificio, muitas vezes, vem culminar na frustração de projetos, e até mesmo, no posicionar de forma errônea a imagem da marca, risco que empreendedores correm ao optarem por desenvolverem por conta própria suas ações via internet, instigados a esta decisão pela economia de investimentos.

Apesar da tentadora redução de gastos a qual muitos empresários se deixam seduzir ao decidirem sozinhos aplicar suas ações institucionais na web, sem um suporte especializado, as chances e oportunidades de sucesso são significativamente reduzidas, sendo que tal tomada acaba por isentar o know-how, suporte, e orientação que uma agência focada nesta área tem a fornecer.

A contratação de uma agência de Marketing Digital, indubitavelmente, exige investimento, todavia, o retorno obtido justifica o mesmo, sendo que esta vem a proporcionar melhor elaboração das atividades na rede, gerenciamento das campanhas, mensuração de resultados, e projeções de cenários que venham a interferir nos interesses da empresa.

Usufruir da tecnologia notoriamente é algo muito vantajoso para os interesses das instituições, mas o mesmo também requer estratégia para sua implementação e concreta eficácia, questão que, com o auxilio de uma agência, vem a aprovisionar as metas dos empresários, trabalhando de maneira a estruturar adequadamente suas táticas, e de forma legitima beneficiar a organização.

Educação e Marketing Digital: como podem trabalhar juntos?

O principal objetivo de toda empresa, é captar e converter leads de modo eficiente e lucrativo, o que não diferentemente acontece com as instituições especializadas na área da educação, que investem em estratégias a fim de qualificar seus resultados, propósito este, que converge excelentemente bem com o Marketing Digital.

Atualmente, todo tipo de público se encontra no meio online, e se tratando do segmento educacional, esta afirmação se torna ainda mais evidente, uma vez que parte dominante de seu target, entre jovens e adultos, se mantêm frequentemente conectados. Além disto, ter atuação na internet, se tornou regra imprescíndivel para qualquer negócio.

No ambiente web é ofertado um rico repertório de ferramentas voltadas às entidades e a qualificação de suas ações, e utilizar da linguagem digital, sem dúvidas, é uma metodologia em demasiado proveitosa, pois, assim como os produtos e serviços, o consumidor também pesquisa na rede informações que contribuam para decisão em efetuar ou não a matrícula.

Nesta conjuntura, uma das principais investidas empregadas pelo marketing online, hoje, é a estratégia de conteúdo que oferta aos internautas informações, notícias, entretenimento e assuntos de relevância, que desperte interesse, atraindo sua atenção para a empresa e favorecendo significantemente o aumento de conversão.

Esta ação muito se adequa ao perfil educacional, uma vez que une a essência da organização, que é disseminar conhecimento, em paralelo as exigências do consumidor moderno, que busca por temas instigantes a todo tempo na web.

O Branded Content, ou conteúdo da marca, habilita e aperfeiçoa com maestria estes elementos, em razão de vincular questões sociais e de interesse comum a identidade da organização, despertando a percepção dos consumidores para a atuação e valores da organização.

Esta estratégia tem exorbitante efeito positivo, pois com um baixo custo publicitário, empenha-se em produzir textos, infográficos e vídeos, um dos itens favoritos das pessoas que se mantêm online, desta forma, as aproximando da empresa.

Ainda que todos estejam sofrendo com o peso da crise, inclusive o próprio segmento da educação, esta área ainda é prioridade nos orçamentos, sendo muitas vezes poupada da lista de cortes domésticos, o que por sua vez, favorecem as mesmas a trabalhar o relacionamento e conquista a fidelização de clientes.

Os esforços dedicados ao Branded Content, por meio do Marketing digital, tem a competência de elevar a repercussão das ações online da empresa, em especial as instituições voltadas ao ensino, que conciliam muito bem sua missão, objetivo e target, as propostas e resultados desta estratégia.

Custo x Benefício das Estratégias Digitais

É indiscutível que a internet se tornou indispensável para a sociedade moderna, abrangendo igualmente questões empresariais, e a forma de aplicar as estratégias. Em meio as novas tecnologias, surgiu em 2006 o inbound marketing: novidade do mundo digital que provocou revira volta e desafia o marketing tradicional todos os dias. Remodelou conceitos clássicos e tem impulsionado o mercado.

A atuação desta estratégia tem sido muito notada, não obstante, como toda ação empregada por uma empresa, a mesma, também, requer direcionamento de recursos para sua efetivação, fazendo muitas organizações se questionarem quanto ao custo/benefício deste investimento em comparativo as suas vantagens.

O primeiro ponto que dá a internet dianteira na questão de preferência estratégica, é seu altíssimo poder de alcance, a um custo relativamente viável, em vista dos demais veículos, que têm um custo não acessível a empresas mais sensíveis financeiramente. Canais tradicionais exigem um preço consideravelmente salgado pelo minuto/centímetro, em contraposta as práticas online, que tem um custo muito inferior e orçamento muito mais flexível para o caixa da instituição.

O espaço online tem se projetado como excelente para empenho do marketing, e cada vez mais estudos tem apresentado este

panorama, tal qual a pesquisa realizada pelo IBOP no ano passado, revelando que, no mês de fevereiro o número de usuários que acessavam a rede de casa, era de 48 milhões, com aumento de 6,5% em apenas trinta dias, isto é, em março estas conexões já atingiam 51,6 milhões, e fazendo a somatória da totalidade de internautas (acessos no trabalho, em casa, aparelhos mobile), a análise apurou 84,6 milhões de pessoas interagindo na internet. Neste mesmo quadro, dentre os países com mais expectadores do meio digital, o mercado brasileiro tem se beneficiado ao agregar a internet as medidas de marketing, granjeando aumento de 60% nas vendas em apenas um ano.

Além do absurdo poder de cobertura, a mensuração de esforços através da web podem ser coletados de maneira muito mais prática e rápida por intermédio de suas ferramentas, o oposto dos outros veículos, que exigem para este fim, mais direcionamento de esforço, análises, e verba. Outro aspecto deveras interessante do internet marketing, é sua particularidade atemporal, e independente de datas ou perpassar de períodos de campanhas, as mesmas ainda permanecerão na rede, disponíveis para buscas e visualizações pelos clientes.

Embora demandar a aplicação de capital manifestamente reduzida comparada as mídias clássicas, a internet não concede lucros milagrosamente, é clara a necessidade de investimento, contudo este vem a ser relativo aos resultados almejados pela empresa, idem

valendo ressaltar a essencial importância da escolha de uma agência qualificada e com bons profissionais para realizar este trabalho, assim, todo montante dedicado há se fazer demasiadamente vantajosa para os índices da instituição.

Hordenadamente, os mais diversificados perfis de público alvo estão presentes no ambiente online, e o administrar de ações empresariais neste meio, é mais do que nunca, otimizar a comunicação e valorizar investimentos de forma inteligente.

Árvore do Marketing na Internet

Por Mike Robinson, editor do blog MainLineMedia.com

Como profissional de marketing focado no Meio Internet, busco por maneiras de melhor entender e explicar a indústria uma vez que ela cresce e muda constantemente. Com tantos termos, metodologia, tecnologias e táticas, sempre procurei pelos melhores e as mais simples técnicas de descrever os princípios fundamentais e mostrar como todos eles se encaixam de uma forma que meus clientes possam materializar as diversas oportunidades.

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Árvore da Vida

Encontrei na árvore a metáfora perfeita: — Não só porque ela mostra os componentes e possibilidades, mas por demonstrar a prioridade e a ordem que sigo como cruciais para que o marketing online seja feito de forma adequada.

Raízes Profundas

Primeiro, as raízes fortemente profundas na forma de pesquisa, estratégia, branding e conteúdo. É tentador avançar junto as fases de implementação/execução do projeto, mas como uma árvore que tem uma estrutura de raíz fraca, seu marketing não vai ficar de pé sem uma base sólida para se apoiar.

Tronco Robusto

As raízes dão suporte a um tronco robusto feito de um bom web design e desenvolvimento. Assim como uma árvore cresce maior e mais forte com o passar do tempo, seu website e sua presença na internet devem estar aptos a fazer o mesmo. O tronco é o núcleo/alma da árvore, sendo assim um bom website deve ser o núcleo do marketing da sua empresa.

Galhos Esparramados

Os galhos de uma árvore são um símbolo perfeito para a tremenda gama de oportunidades que existe para você se promover. Dos buscadores como Google as redes sociais, do email marketing ao link patrocinado, há um número crescente de categorias de canais promocionais para explorar. O importante é entender como esses galhos devem crescer fora da estratégia comum e como eles devem servir de base/realimentar o núcleo/website.

Sua Árvore, Sua Floresta

Uma árvore cresce bem por direcionar-se para a chuva ou para o brilho do sol, crescendo mais e mais para tomar espaço, expandindo para cima e para fora a fim de bloquear a vegetação concorrente e garantir sua longa vida. Escolha! Você irá plantar um imponente carvalho ou se contentar com um arbusto nascente?

Algumas considerações

  • Solo fértil para árvore crescer equivale a Cultura Organizacional da empresa;
  • Força Mobile é como o ar e está por todo o lado;
  • Nutrientes são como Indicadores/ROI e se forem insuficientes, pode levar a morte.

Publicidade online de pagamento por clique ajuda pequenos negócios crescerem

Com investimentos sustentáveis, links patrocinados ajudam pequenas empresas a ganharem maior visibilidade no meio online, aumentando em até 130% sua taxa de conversão de leads.

Os recursos digitais já se tornaram parte indispensável para o sucesso das estratégias empresariais, fato que não se aplica unicamente as grandes instituições, mas que atualmente, também as organizações de pequeno porte têm investido e, usufruído de bons resultados, em especial, dos links patrocinados.

Links patrocinados são uma forma em demasiado eficiente de publicidade online, pois propicia que a segmentação de público potencial, ao buscar na rede pelo tipo de produto/serviço que sua empresa oferta, encontre sua marca em destaque na primeira página do Google.

Por que investir em Links Patrocinados? Como isso irá ajudar aumentar minhas vendas?

Primeira passo para vender, é permitir que seu prospect encontre sua marca com facilidade. Quando a empresa tem um bom posicionamento nas buscas, isto é, dentre os primeiros resultados, as chances de fechar negócio são volumosamente acrescidas. Veja:

  • 89% das pessoas no Brasil realizam pesquisas na internet antes de efetuar uma compra;
  • 62% dos consumidores online não avançam da primeira página do Google;
  • 42% Clicam nos primeiros resultados da pesquisa;

Com a localização estratégica de empresa, as oportunidades de vendas tornam-se muito mais assertivas, em razão de o público efetuar o clique que o direcionará ao seu intento de consumo. Por sua vez, a instituição direciona seus esforços a meios que lhe darão melhores resultados, ou seja, mais vendas.

Além disto, muitas pessoas já realizam suas pesquisas utilizando aparelhos móveis que com a grande propagação do mesmo, permite à praticidade do acesso a internet e, consequentemente, torna a publicidade digital progressivamente mais eficiente, principalmente para as PME’s.

Para Pequenas Empresas: investimento vs. retorno de anunciar em links patrocinados

Hoje, cerca de 96% das pesquisas realizadas por desktops, são feitas a partir do Google, informação esta que, sem dúvidas, o torna um meio deveras interessante para a exposição de anúncios.

Com uma conta no Google Adwords, é possivel criar campanhas e trabalhar as palavras-chaves que irão otimizar o posicionamento da entidade na página do principal buscador da atualidade.

Ao se tratar de custos, este tipo de publicidade emprega a política PPC (pagamento por click), isto significa que apenas será cobrado quando o internauta clicar no anúncio.

O valor de verba direcionado a campanha, ao contrário do que comumente se pensa, pode ser flexível, pois vai de acordo com os planos orçamentários do investidor, e o saldo estabelecido é pré-pago, logo, não há sustos com despesas inesperadas.

Por ser uma estratégia de publicidade extremamente segmentada, ao mesmo tempo em que viável, trabalhar a visibilidade da empresa por meio de links patrocinados, de certo, é uma forma conveniente de atrair os consumidores a conhecerem a marca, e consequentemente, alçar maior receita de vendas, objetivo que todo negócio.

Os riscos do cenário econômico atual para empresas com déficits em gestão

A realidade da economia brasileira atual tem demonstrado-se desafiadora para os empresários, pois em contraposta ao que indicavam projeções definidas há alguns anos atrás, a mesma não vem sendo tão próspera quanto se esperava, com indicadores que apontam a queda da atuação da indústria, minguar do PIB, e persistente temor quanto o ataque da inflação.

A realidade da economia brasileira atual tem demonstrado-se desafiadora para os empresários, pois em contraposta ao que indicavam projeções definidas há alguns anos atrás, a mesma não vem sendo tão próspera quanto se esperava, com indicadores que apontam a queda da atuação da indústria, minguar do PIB, e persistente temor quanto o ataque da inflação. Neste mesmo quadro, corrupção, crise hídrica e risco de apagão têm contribuído significativamente para um cenário hostil para o mundo dos negócios.

Caminhar sobre ovos define a situação a qual as instituições de grande à pequeno porte, e dos mais diversificados seguimentos, se encontram hoje, cabendo aos empreendedores muito jogo de cintura e sapiência para não comprometer a saúde financeira de sua organização, sendo preciso remodelar planejamentos, reavaliar estratégias, e calcular cada passo dado, visto que, qualquer falha acometida em gestão, comunicação, investimentos ou vendas, pode colocar em xeque a estabilidade do caixa.

De acordo com especialistas, é preciso estar mais atento do que nunca às finanças, reduzindo custo desnecessários e empregando a mais cuidadosa gestão, acompanhando e direcionando-a em ações de factual retorno; também é necessário o mesmo olhar quanto as estratégias de vendas, que devem ser atualizadas e bem desenvolvidas de modo a viabilizar retorno satisfatório à organização.

Outro ponto a ser ressaltado, é que em momentos como este, muitos empresários acreditam que o melhor a se fazer é adotar cortes bruscos na área da comunicação e redirecionar os recursos em outros setores, todavia, pesquisam indicam que reconquistar o espaço perdido na mídia pode ter um custo 75% maior em comparação a uma concorrente que manteve suas táticas de comunicação, assim como ratifica Eduardo Tomiya, diretor geral da Milward Brown, “O reinvestimento é sempre muito maior no período pós-crise […] o grande erro das empresas é não entenderem a comunicação como estratégia.”

O ano de 2015 tem exigido demasiada cautela na questão de investimento, e em meio a tal contexto, muitos empresários são rondados pela dúvida, em como agir de maneira a não comprometer o bem-estar da instituição e ainda assim obter resultados com bom índice de lucro; para tanto, é imprescindível uma administração eficiente e bem articulada de verba, tempo e da equipe de colaboradores, o que pode se tornar mais viável com a aplicação de tecnologia de gestão empresarial, sendo que a mesma possibilita o controle e registro de tudo o que se passa com a instituição, com custo relativamente baixo, proporcionando qualificação das medidas e potencialização de resultados.

Crises e momentos difíceis como o qual o Brasil vem enfrentando podem ser a ruína de uma empresa com gerenciamento deficiente e ausência de inovação em seus processos, carecendo dos administrados que posicionam-se a frente de seus negócios, condutas bem planejadas e implementação de metodologias que garantam resultados assertivos e que venham a nutrir sua estrutura da entidade, para tal, ter visão clara sobre o posicionamento e diretrizes do mercado, além de abdicar de mecanismos retrógrados que vem a ser o primeiro passo para o progresso da instituição.

Por que as Empresas têm investido em Tecnologia e Inovação?

A crescente competição entre as empresas tem feito progressiva suas buscas por métodos que modernizem seus processos, a fim de implementar sua atuação e fortificá-la no mercado.

Mediante o avanço e qualificação da concorrência, as organizações não têm visto outra saída senão investir na inovação de suas estratégias, aplicando em seus procedimentos ferramentas que dispõem de tecnologia, estas que por sua vez otimizam a gestão empresarial, assim obstaculizando as demais instituições de superá-las.

Apesar de nossa realidade contemporânea, muitos empresários ainda são tomados pela dúvida quando a questão e a adoção de soluções digitais para suas organizações, todavia, tal insegurança vem sendo pouco a pouco sucumbida, uma vez que o panorama dos negócios da atualidade tem confirmado os resultados significativamente satisfatórios e testificado a eficiência destes meios no dia-a-dia empresarial.

No que se trata de sistematização e automação inteligente, há hoje os mais variados instrumentos, desde softwares, aplicativos mobile e técnicas online que são característicos por aprimorar o emprego de tempo e recursos.

produtividadeA prestabilidade e rendimento que estas novas metodologias tem ofertado, vem manifestando dados gradualmente atrativos para quem deseja acepilhar a administração de sua empresa, cabendo ratificar como exemplo, dados recentes que revelam em comparação a 2013 o aumento de 13,3% da utilização do CRM, software voltado ao melhoramento no relacionamento com o cliente, e que em 2014 representou 47% das vendas. Da mesma forma, instigado o interesse de empresários, foi a expansão do número de aparelhos móveis, que de acordo com o relatório anual da Flurry, empresa do Yahoo, em relação a 2013 teve acréscimo de 76%, e no ano passado tendo mais de 2 trilhões de sessões de aplicativos, o que inegavelmenete se mostrou em demasiado oportuno para as instituições financeiras, sendo muito importante citar o quão favorável foi este setor para o varejo online em 2014, amplificado em 174% nas sessões em aplicativos comerciais no iOS (Apple) e Android (Google), e 220% no Android.

Estas ferramentas têm se tornado a menina dos olhos em questão de estratégia, perceptivelmente tomando mais espaço no cenário dos negócios, sendo sinônimo de inovação, qualificação de gestão e potencialização de resultados, auxiliando o alçar dos objetivos de forma prática e bem articulada, fazendo muitos empreendedores não mais se verem sem os benefícios destes artifícios da era da tecnologia.

4 motivos pelos quais, indiscutivelmente, sua Empresa deve ter um Blog

Conhecidos na rede por divulgar notícias, dicas, informações ou posicionamentos de opinião, os Blogs sempre foram um ícone mais do que presente entre os internautas. Com a popularização da internet, e formas de acesso cada vez mais fácil, os mesmos revelaram-se como ferramenta estratégica para as empresas.

Paralelamente bem aceito pelo público, desde corporações magnânimas como a Apple, até empresas de pequeno porte, encontram nesta abordagem uma atuação indiscutivelmente conveniente para suas metas. Confira agora 4 bons motivos que irão convencer você disto:

1.Baixo custo e praticidade
Como qualquer estratégia, sem dúvida, um Blog também requer cuidados e acompanhamento. Todavia, este vem a ser flexível, manipulação de fácil aprendizado, e não requer investimentos comprometedores, muito pelo contrário, apresenta um custo baixíssimo.

2. Melhores resultados no Rankeamento de buscas
Postagens de conteúdo bem trabalhado e de relevância, possibilitam ao site da empresa vantagens perante os mecanismos de busca orgânica, lhe fornecendo melhor posicionamento nas pesquisas, e tornando-o gradativamente mais visitado pelos consumidores.

3. Seu Blog, seu Agente de Relações Públicas
O conteúdo de um Blog se caracteriza como um espelho do que a empresa pensa e defende. Sua razão de ser se torna mais clara através do que é publicado em seu nome, corroborando entre os expectadores online a identidade que a Marca deseja propagar.

Outrossim é um canal bilateral de diálogo com o target, tendo a vantajem de ser coadunado as redes sociais, e do mesmo modo, funcionando como uma espécie de SAC, isso pois, as opiniões, sugestões e observações deixadas nos comentários viabilizam atendimento/suporte mais rápido e direto. Inclusive, vem a ser material perfeito para se avaliar as percepções do cliente quanto as investidas da entidade, sabendo-se que ninguém melhor do que o próprio para apontar suas experiências e aspectos que necessitam de melhorias.

4. Atração, Conquista e Fidelização dos Consumidores
Ao comportar conteúdo bem trabalhado, as publicações de um blog se modelam como um verdadeiro imã, e uma vez que haja a perceptibilidade da marca na internet em decorrência deste fator, as ações direcionadas em cativar o consumidor se revertem muito mais efetivamente, pois os acessos frequentes em busca de notícias/informações relacionados aos produtos ou serviços da companhia, os tornam mais propensos as investidas desta, resultando no que várias pesquisas já comprovaram, o aumento no índice de conversão de leads e bem como sua fidelização.

Os tópicos acima isentam qualquer dúvida do quão oportuno é um blog empresarial, peculiar por sua facilidade de manuseio, flexibilidade, eficiência em comunicação, baixo custo, e principalmente a boa aceitação do público quanto a esta metodologia estratégica. E então, o que você está esperando para também beneficiar-se deste artifício?

Empresas sem estratégia online perdem espaço para concorrentes no mundo Digital

A falta de visão quanto a inovações estratégicas emergentes no mercado tem sido um dos principais pontos que impedem as empresas de avolumar seus resultados, que em razão do irredutível apego a modelos antigos, sem perceber, se tornam retrogradas e não têm mais folego suficiente para acompanhar seus consumidores, que agora, mais do que nunca, são avidamente adeptos das novidades tecnológicas.

Mediante ao público alvo, adotar presença online não se compreende apenas como diferencial, mas sim, essencial. E resistir a este direcionamento significa ser sucumbido pela concorrência.

O implementar de estratégias digitais não representa simples tendência, mas compreendido atua.

lmente, como um dos mais importantes investimentos de marketing, no qual empresas trabalham a captação de prospects através de ações online. Todavia, em contraposta aos ótimos resultados que estas organizações tem auferido, as que ainda não contemplaram o mundo digital em seus planos estratégicos, de fato estão perdendo espaço no mercado. Segundo o diretor da Pitney Bowes Software Brasil, Ronaldo Oliveira, “Esta é uma grande oportunidade perdida pelas empresas que poderiam ajudar no seu crescimento usando qualquer uma, de uma série de ferramentas acessíveis e fáceis de utilizar para entregar e medir seus programas de marketing.”

Nos últimos anos, de acordo com a diretora do Google para a América Latina, Adriana Loreña, as PMEs de países emergentes perdem cerca de US$ 2 bilhões a cada ano, por não implementar em seus métodos o uso da web. Ao se tratar mais especificamente do Brasil, conforme o estudo realizado a pouco tempo atrás pela Boston Consulting Group, PMEs que não atuavam com marketing digital, deixaram de lucrar 20% a mais em suas vendas, isto é, oito pontos percentuais a baixo da concorrência que investiu em práticas na rede.

Na receita para sucesso o empresarial, internet marketing se tornou ingrediente imprescindível, com direcionamento de verba completamente flexível e adaptável, coadunadamente ao ROI em muito satisfatório, por que perder tempo (e dinheiro) contrapondo-se ao emprego desta medida?

Como ratificado em estudos, não fazer parte do universo online, significa chance de lucratividade perdida, ainda pior, ofertadas ao concorrente, pois as práticas na rede em veraz não se caracterizam por um elevadíssimo custo, como idealizam alguns mitos, mas efetivamente como investimento, que através de mecanismos proporcionados por esta, auxiliam os consumidores a encontrarem seus produtos/serviços. Sua empresa aparece nas buscas do Google? Saiba que a marca de seu concorrente sim!

Nunca pense em produtos, pense em Informações

Ter presença online, progressivamente vem sendo compreendido como imprescindível para as empresas, que têm aderido ao meio virtual, a fim maximizar seus resultados. Contudo, neste vasto espaço, provisionado da mais rica diversidade, “estar” na internet só por “estar”, não se define como uma estratégia, logo, os resultados não serão como os esperados.

Os consumidores não desejam ser expectadores de anúncios persistentes, principalmente quando estes se tornam abusivos, acarretando como consequência o ignorar do produto ou serviço, e culminando no insucesso da medida investida pela instituição.
Os internautas gradativamente vêm se mostrando interessados por informações, buscam por elas antes de realizar uma compra, pesquisam opiniões, procuram por referencias sobre a marca, ou seja, a velha afirmação de “venda fácil por meio da web”, se revela como não verídica.

Mas, se o que a organização oferta na rede já não é suficiente para o consumidor efetuar a compra, o que falta para que este se sinta instigado a realiza-la de fato? Simples, se ele deseja informação, proporcione isto a ele, através de conteúdo relevante e que atraia sua atenção para a marca.

O abordar de notícias, conhecimentos, e temas interessantes, é o que tem incitado o consumidor, questão comprovada por dados que apontam: 20% dos brasileiros pesquisam por assuntos que venham agregar ao seu conhecimento.

Nesta temática, o aplicar de Inbound Marketing no mundo digital, se manifestou como uma excelente estratégia para conquista de leads, esta, por ofertar o que os internautas anseiam, isto é, conteúdo relevante e de qualidade. Desta forma é possível projetar a imagem da empresa, e aumentar o número de visitadas na página institucional, expandindo sua visibilidade, e a fortificando seu branding perante o segmento alvo.

As organizações que vem empregando o uso de Inbound, têm qualificado suas medidas, e de fato cativado maior volume de consumidores potenciais, amplificando sua porcentagem de conversão de leads para vendas para 42,2%, aumentando estas para, 49,7% no período de sete meses.

A internet é um espaço formidável para a atuação empresarial, mas apenas ‘existir’ no meio digital não é o bastante, antes de produtos ou marcas, os público deseja ser envolvido por conteúdo significativo, quadro vastamente oportuno para ação do inbound, que possibilita a empresa, a estruturação de sua atuação na web, adjetivando valor a sua identidade por intermédio táticas bem desenvolvidas, assim otimizando os resultados objetivados.

Propaganda Convencional X Branded Content: 4 dicas para a marca cativar seu Público

O Branded Content, em sua estratégia de vincular conteúdo relevante a identidade da marca, sugerindo temas que abordam questões sociais e ambientais, mostrou-se muito mais efetivo do que os métodos tradicionais de propaganda, pois tem a capacidade de levar seu target a refletir valores, assim, o atingindo de modo mais profundo e genuíno.

Enquanto os consumidores se apresentam cada vez mais saturados do bombardeio cotidiano de propagandas convencionais, ao mesmo tempo que ignoram a maioria delas, se apresentam muito mais propensos e sensitivos as ações do Branded Content, que por sua vez tem a maestria de estreitar laços, aproximando o consumidor a marca.

Com uma mensagem trabalhada a favor de ratificar os valores da empresa mediante ao seu público, a contrário das propagandas e anúncios de vendas, que de forma agressiva tentam impor o consumo de produto ou serviço X, esta estratégia o faz de modo sutil, de acordo com os novos conceitos e percepções da demanda.

Dando ênfase a um propósito de interesse comum, mostra o posicionamento da
organização como pró de tal, construindo uma imagem correspondente ao consumidor 3.0, conquistando seu favoritismo, além de ter alto poder de induzir o mesmo a compartilhar e propagar a ação devido seu teor emocional.

Mas antes de por esta estratégias em prática, algumas regras são fundamentais para a produção de um bom conteúdo, por esta razão, seguem aqui a baixo 4 dicas indispensáveis para se o fazer Branded Content:

1. Foco na mensagem não na venda
A investida do Branded Content é deixar o produto/serviço em segundo plano. Conquiste seu consumidor por meio de um conteúdo rico e bem estruturado, que tenha a capacidade de atingi-lo em um ponto emocional, o que o fará associar a identidade da marca a tais valores, que de maneira subjetiva, irá fomentar posteriormente a compra.

2. Compreenda os interesses do seu Público
Tenha como base para suas estratégias a pergunta: o que meu target deseja?

Trabalhe uma proposta capaz de incitar e criar um elo além do comercial, despertando sua atenção para os valores e pensamentos reflexivos, desta forma, estimulando a percepção quanto a interação e cuidados da organização para com seu público, favorecendo a ideia de não apenas barganha.

3. Canais

O avanço da tecnologia permite usufruir de múltiplas plataformas para a veiculação destas ações, no entanto, a abrangência e velocidade da internet a fez o principal (e indispensável) meio de propagação, pois pode alcançar maior número de indivíduos em menos tempo, e com menor custo.

Da mesma maneira, as mídias sociais são excelentes canais para a difusão e interação em tempo real com as pessoas, assim, tornando mais eficiente a campanha.

4. Branded Content ainda é uma estratégia empresarial
Ainda que a proposta seja cativar o consumidor, o fazendo reconhecer os valores e não o interesse de negociação da empresa, o verdadeiro intuito de toda estratégia ainda é converter ações em lucratividade.

A missão do Branded Content é atrair e converter leads, através de medidas características, que irão levar a organização a ter um relacionamento mais solido com os mesmos, de modo a promover suas vendas.

Esta proposta institucional se revelou como uma das mais promissoras e efetivas da atualidade, sendo um meio muito profícuo para as empresas edificarem sua imagem e conquistar o segmento alvo.

Erros que valem ouro no mundo dos negócios

Antes de seguir a leitura, enfatizo que são experiências reais de um sonhador que visualiza uma empresa estruturada e que não dependa de seu fundador para seguir atuante no mercado.

São erros. Erros de quem conseguiu perceber exatamente em quais pontos agir para recuperar o campo cultivado que foi temporariamente invadido por um “vírus” – cujos tentáculos foram neutralizados até que atualização de sistema seja concluída e o vírus eliminado.

Quem Aprende Com os Erros Acerta Mais. (Flávio Augusto, fundador do Geração de Valor)

Primeiro, o contexto da história

Quatro anos de imersão prática entre dezenas de projetos entregues para clientes, construção de rede de contatos profissionais, muita persistência, busca por informações a todo instante a fim de defender um Propósito validado pelo mercado.

Desde menino eu sonhava ser empresário e as vezes questionava meu pai, depois de ouvir notícias no rádio, sobre “por que eles [governo] não conseguiam melhorar o Brasil?”, “os donos de empresas não podem ajudar?”.

Sai pra rua e troquei picolés por dinheiro antes mesmo de frequentar as aulas na pré-escola. Segui carreira no varejo e, hoje, tenho uma agência especializada em Internet Marketing.

Em 2011 surgiu A Oportunidade e então nasceu minha empresa. Era uma produtora de sites (desenvolvimento web) que também oferecia serviços de marketing no mundo digital. Muitas ‘coisas’ aconteceram, pessoas entraram e outras saíram, clientes, tecnologia. A verdade é que eu não me sentia realizado com aquela entrega.

Um dos meus mentores perguntou durante um café: “qual o seu propósito, por qual razão você faz o que faz?”. Foram oito meses incansáveis de busca por resposta até que um dia a “ficha caiu”.

Decidi então mudar o modelo de negócio da agência, a estratégia, procedimentos, ferramentas, portfólio de entregáveis… A equipe também sofreu alterações [de forma orgânica, inclusive]. Passamos a fazer algo que está no nosso DNA e vai além do resultado financeiro. Atração por conteúdo, estratégia de comunicação digital (e performance) para fortalecer relacionamentos antes e depois da venda é o que entregamos para nossos clientes.

#1. Virada radical vs. Reposicionamento

Inovação, reposicionamento, mudanças no modelo de negócio é em geral um paradigma que assume que as empresas podem e devem utilizar ideias e caminhos tantos internos quanto externas para ofertar novidades ao mercado em seu caminho de crescimento.

Quando se fala de governança corporativa, sustentabilidade de negócios, gestão de projetos etc, os gestores levam a sério a famosa Curva-S. Posso garantir que este conceito faz uma baita diferença na tomada de decisão.

Curva-S utilizada em Gestão de Projetos

Minha escolha foi radical ao ponto de que numa sexta-feira vendíamos sites; na segunda-feira seguinte não mais. Focamos 100% em Content/Inbound Marketing. Desconhecia a tal Curva-S.

Reposicionamento até permite uma virada de curto/médio prazo por entrar no contexto de  campanha. Estratégia sustentável deve assumir o lugar da “virada radical disruptiva” quando se pretende adotar um novo modelo de negócio, um novo produto/serviço, uma tecnologia .

Olhando para o gráfico, seria inteligente deixar de fazer sites somente quando o número de clientes de Content/Inbound garantissem faturamento superior aos projetos de desenvolvimento web. Ao invés de entrar no vermelho, manteria a saúde financeira da empresa estável e crescente. Primeira grande lição.

#2. Ciclo de venda

Imagine o estoque de um supermercado. Considere que o giro de ‘produto xpto’ na prateleira aconteça três vezes ao mês. Ou seja, a mercadoria fica no máximo dez dias em exposição até que alguém compre o item. Significa que o estoque destes produtos sofre exatas 36 reposições ao ano para atender a demanda de compra.

Ciclo de venda é exatamente a linha do tempo (pipeline) necessário para fechar um novo negócio. O restaurante tem ciclo diário, a escola particular é mensal, o IPTU anual. Para cada tipo de negócio um ciclo, fases, abordagens específicas. Identificar os passos e estágios chave para nova estratégia gera fortes impactos nas vendas. O empresário deve ter em mente que será necessário rever o processos, talvez contratar novo time comercial, ajustar as previsões financeiras.

Pipeline de Vendas

Em minha experiência, estava absolutamente confiante e não fiz nenhuma verificação. Afinal, era comum vender um projeto de criação de site em duas semanas, além de colocar em produção (pagamento pontual). Quatro meses após a “virada radical”, percebi que vender projetos de consultoria era algo desafiador e demorado porque o contrato era assinado depois de três ou quatro meses após a primeira abordagem de venda (pagamento recorrente).

Qual é o ciclo de vida média de um site? Três anos? Vender, entregar, cobrar, finalizar em seis meses é um prazo razoável? Parece que sim. Já o modelo adotado para projetos de consultoria em Inbound é anual com pagamentos mensais. Como otimizar tudo isso e manter a saúde financeira da empresa em modo estável crescente? O custo de aquisição de novos clientes é o mesmo para ambos as situações? Mudou o cenário, mudaram as escolhas. Considerar esses conceitos e métricas tornam-se imprescindíveis na tomada de melhores decisões. Segunda grande lição.

#3. Refutar parcerias estratégicas (ou pessoas chave)

Características comportamentais do empreendedor fazem toda diferença no processo de inovação e raramente se encontra alguém Com-ple-to. Quando o assunto é dominância cerebral, por exemplo, me destaco nas esferas experimental e relacional – pontos que endossam visão mercadológica, encontrar alternativas, fazer correlações, transformar problemas em projetos, negociação e valorização do cliente etc.

Mas nem só de liderança, estratégia e propósito vive o homem. A moeda tem dois lados e é necessário o equilíbrio tático em torno de análises e controles efetivos. Ou seja, administrar, implementar, acompanhar, garantir entregas são responsabilidades vitais na empresa.

Sempre fui resistente a ideia de sociedade e optei por atuar como empresário individual. Hoje entendo que um sócio, um colaborador de alta confiança, além de excelentes parceiros alinhados ao ganha-ganha também é vital para o negócio. Um empreendedor como eu precisa ser apoiado por pessoas com perfil tático/útil/operador e que divida uma meta em pequenas partes, que administre e implemente o plano.

Refutei em fechar parcerias altamente estratégicas que trariam receita para agência porque achava que o mundo girava em torno do meu umbigo e discordava em passar por treinamentos específicos. Lembro de argumentos como “especializei-me em SEO há mais de cinco anos e vou ter que passar pelo programa ‘engage’ para poder firmar um compromisso?” Por sorte, esses parceiros persistiram e seis ou sete meses depois assinamos contrato por conta do principal ingrediente: relacionamento.

Ter maturidade para compreender que um sócio ou um time de pessoas pode acelerar a realização proposital de uma visão de negócio e conquistar resultados sustentáveis dá segurança ao empresário e dispara a produtividade. Como diz o provérbio africano: “Se queres ir rápido, vá sozinho. Se queres ir longe, vá em grupo.”

#4. Não ser produto do produto

Lembra da Curva-S? Ela cabe aqui também. Se você ainda não tem um caso de sucesso, não é produto do seu produto, como pode ousar uma mudança brusca de atividade empresarial? Não considerei sequer o básico de campanha publicitária. Sim, dei um tiro no pé.

A velha crença de que na casa de ferreiro o espeto é de pau é passado. O grande psicólogo Robert Cialdini recomenda que você deva ser exemplo para potencializar o poder de persuasão e consequentemente obter sucesso em negociações, por exemplo.

A estratégia de comunicação, a abordagem de venda, a forma de atendimento de uma produtora de sites não combina com uma consultoria de Content/Inbound Marketing. Além da demora em promover o próprio negócio, perdemos oportunidades durante o período em que relutava as propostas de parceiros de negócio.

Focamos então na solução e cada pessoa da equipe trabalhou na construção de um “case” de Inbound Marketing, inclusive em projetos pessoais. A ideia de ser produto do produto passou a fazer parte do dia a dia e transformou-se em um enorme brainstorming. O time ganhou confiança e alinhou as entregas com o discurso do comercial, resultando em entregas com melhor qualidade para os clientes. Use seus próprios produtos, abuse dos seus próprios serviços.

#5. Qualificação da Equipe X Entrega

Entre no jogo para ganhar. Tenha certeza de que seus jogadores estão preparados para correr, criar soluções em campo e fazer o gol. E mais do que isso, que estão preparados para fazer o que deve ser feito propositadamente.

É comum que o empresário esteja enlouquecido com as rotinas do dia a dia da empresa e deixe passar detalhes que certamente irão comprometer a eficiência e os resultados. É compromisso do líder assumir que o desempenho necessário para equipe atingir metas e objetivos depende pessoalmente dele e não adianta investir somente em ferramentas esperando que os liderados resolvam processos e caminhem sozinhos. Delegar com excelência significa direcionar, orientar e acompanhar as entregas da equipe.

Recursos Humanos

Bem, estamos falando de erros que valem ouro. Quando decidi reposicionar o negócio, compartilhei a estratégia com a equipe e eles disseram estar preparados para atuar nas novidades e, acredite, fui convidado a “vai pra rua vender que nós tocamos os projetos” e fiquei anestesiado com aquela atitude. No entanto, não verifiquei em termos práticos se de fato aqueles profissionais estavam capacitados o suficiente para entregar um novo tipo e formato de projeto.

Pessoas. Taí o maior desafio de qualquer empresário… Outra lição!

Mudou o modelo, as pessoas, os processos, o perfil de cliente, a tecnologia e tudo estava bem aqui… na minha cabeça. A equipe não tinha clareza de procedimentos, não dominavam as ferramentas, tinham dificuldade em interpretar uma estratégia e desenvolver as ações necessárias. Só validei essas deficiências quando os clientes começaram a manifestar insatisfação com os serviços entregues.

Fizemos esforço para melhorar o atendimento e CRM (gestão de clientes) da agência, mas nossa atuação ainda era terrivelmente fraca. Os maiores desafios consistiam em descentralizar a comunicação, cumprir prazos e de fato fazer a gestão dos projetos.

Decidi mapear as deficiências, estruturar um programa de estudo colaborativo e estimular cada pessoa a desenvolver suas habilidades, dar aula aos demais colegas sobre os temas previamente planejados. Foram três meses intensos de aprendizagem, talentos revelados e boas surpresas.

BPM Process

Reforçamos a importância de ser produto do produto, geramos conteúdo, melhoramos muito a comunicação, revisamos os projetos… agora todos entendiam o que era um workflow de CRM (processo) e os motivos pelo qual tínhamos que nos conectarmos com os valores de cada cliente. Passamos a entregar valor no lugar de bits.

#6. Vender ou Fazer?

Definitivamente, quem faz tudo não faz nada. Com um lado da moeda descoberto, passei a alternar as atividades (comercial, atendimento, produção) até o ponto em que me vi desfocado e ao mesmo tempo imerso nos projetos.

Cheguei a conclusão de que o vendedor deve evitar contato com o operacional para manter-se imune a insegurança e pensamentos do tipo “vou vender, mas será que os caras vão conseguir entregar?“. De outro lado, é natural para os responsáveis pela entrega pensarem que “o pessoal do comercial só perde tempo com reunião, networking etc“. Penso que o ideal é que cada profissional dedique-se aquilo que se propõe a fazer com maestria.

Gosto de fazer, mas as consequências neste caso acenderam a luz vermelha e comprometeu complemente minhas ações comerciais. Somente depois de a equipe visitar cada cliente, equilibrar as entregas, reduzir os conflitos e eliminar jobs “ladrões de tempo/dinheiro” é que voltamos dar atenção para as oportunidades e propostas paradas no pipeline de venda.

Ter pessoas chave para atividades vitais da empresa é essencial para garantir entrega da proposta de valor ao cliente e, claro, atingir objetivos e metas. Também é importante expressar confiança na sua própria capacidade de realizar uma tarefa difícil ou enfrentar um desafio.

#7. Olhar para crise econômica e política

É preciso dizer que os recursos financeiros esgotaram-se depois de todos esses erros? A sequência de erros me fez desalinhar o foco e para completar, me deixei contaminar pelo pessimismo brasileiro alimentado pela crise política e questões sociais que destroem a economia e nos leva pra recessão.

Noticiário, besteirol de redes sociais, mensageiros como WhatsApp, excesso de informação, estafa. Tudo isso contribui na perda de foco e tempo do empresário, que por sua vez, baixa a guarda para persistência, se distrai a cada minuto e “esquece” de fazer as coisas antes de ser solicitado ou é forçado pelas circunstâncias.

Enfim! Olhar para fontes de informações que mantenha-o no trilho e deslize rumo aos objetivos do plano estratégico é o mais adequado. Ao invés de timelines como Facebook, faça ligações telefônicas para os seus clientes a fim de ajudá-los a mapear novas oportunidades, entender as dificuldades, buscar novos negócios. Faça como sugere o psicólogo Daniel Goleman e reserve tempo para refletir, manter foco no foco.

Então,

Fontes como IBGE e Sebrae apontam que cerca de 53% das empresas brasileiras fecham após quatro anos de atuação (dados de 2013). Um oceano de variáveis a serem administradas diariamente e sem descanso pelos empresários.

Para os americanos, fracasso significa crescimento, maturidade. Os brasileiros tendem a desqualificar o empreendedor.

Não vejo problema algum em compartilhar estas experiências aprendidas a preço de ouro. Tomar consciência e usar os erros para potencializar as forças me faz acreditar ainda mais que iniciativa somada a conhecimento, dinheiro e atitudes positivas (sim, comportamento) é fundamental para materialização de um projeto. Gosto de ver o copo cheio e avalio estes erros como experiência prática, como impulso produtivo que me possibilita transformar um sonho em algo concreto e de valor para sociedade, tanto em termos econômicos como sociais.

É necessário dizer Não e enfrentar o caos com valentia. Você precisar concentrar pessoas, energia, fazer com que o ambiente ao seu redor apoie suas ideias e queira realizar os projetos com ambição. Cuidar da saúde, alimentar-se bem, tirar folgas também é necessário para manter o foco no foco e lidar melhor com os desafios do dia a dia. Lembre-se: o empresário nunca faz o que faz somente pelo dinheiro.

Nem tudo são flores. Decisões dolorosas foram tomadas para podermos ajustar a empresa [Agência de Internet Marketing] e garantir que o plano seja executado de forma propositada. Afinal, resultado positivo é relevante para continuidade do negócio.

Estamos fora da estatística fúnebre do IBGE. Sim, boiando e finalizando limpeza de “vírus” no sistema para acelerar os motores e buscar ouro em terra firme.