Onde as pessoas e os bits se encontram

A história dos esforços para torna as máquinas mais manejáveis é quase toda dominada pela busca do aperfeiçoamento sensorial e do desenvolvimento de desenhos fisicamente mais práticos. O desafio de agora não apenas oferecer as pessoas telas maiores, maior qualidade de som e um painel gráfico de comando mais fácil de usar. É fazer computadores que conheçam o usuário, aprendam quais são suas necessidades e entendam linguagens verbais e não verbais.

Onde quer que esteja o computador, a interface com desenho mais eficaz resulta da combinação das forças da riqueza sensorial e da inteligência da máquina.

(Volmir Silva de Oliveira – Resumo do livro: A vida digital de Nicholas Negroponte)

Como o autor fala no texto, eu também tenho vivido nos últimos anos uma quantidade diária significativamente elevada a frente do computador.

Hoje, já não é tão desafiador “ser digital”. O mundo tem acompanhado as evoluções da informática no ritmo dos processadores.

Certamente a interação com os computadores está presente na vida de qualquer pessoa. Claro, existem excessões, como na África.

A indústria já produziu tantos computadores e periféricos que o artista Vik Muniz afirma em suas obras que já é possível cobrir toda a américa com este atual e/ou futuro lixo.

Cada vez mais as empresas otimizam as ferramentas para atender o maior número de usuários. Algumas focam em nichos específicos. O desafio atual não está focado no hardware, mas sim na inteligência artificial.

Dentro do mercado digital, temos uma única empresa que consegue trabalhar com a intenção das pesoas – o Google. O buscador consegue mostrar um resultado de busca que imaginei, mesmo digitando a busca erroneamente. Exemplo: eu digito “sustentabilidade MTV” para localizar uma pesquisa divulgada pela emissora de tv e, o buscador mostra-me um vídeo específico e outras informações, que estão de acordo com meu objetivo.

Este é só um dos exemplos de ferramentas inteligentes que, através de bits, reconhece seus respectivos usuários. Outro fator que marca a inteligência digital é a sistetização dos suportes. Com os chips, quase tudo foi reduzido a “miniaturas”.

Por muito tempo a interatividade reinou. agora a indústria utiliza-se da riqueza sensorial para unir a tecnologias com pessoas.

Antes, estudos sugeriam que no caso da maioria dos aplicativos, a fala e a linguagem natural não constituiam canais apropriados de comunicação entre as pessoas e as máquinas. Atuamente está dieta já sofreu fortes mudanças, resultando em inteligências eficazes. A “faiclidade de uso” ou usabilidade tem constituído uma meta tão obrigatória que as vezes nos esquecemos de que muitas pessoas simplesmente não querem usar a máquina: querem que ela desennhe uma tarefa.

Agora os bits convertem-se ou estão a caminho das nuvens. As intereções pessoais começam a serem substituids por toda parafernália digital.

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