Os riscos do cenário econômico atual para empresas com déficits em gestão

A realidade da economia brasileira atual tem demonstrado-se desafiadora para os empresários, pois em contraposta ao que indicavam projeções definidas há alguns anos atrás, a mesma não vem sendo tão próspera quanto se esperava, com indicadores que apontam a queda da atuação da indústria, minguar do PIB, e persistente temor quanto o ataque da inflação.

A realidade da economia brasileira atual tem demonstrado-se desafiadora para os empresários, pois em contraposta ao que indicavam projeções definidas há alguns anos atrás, a mesma não vem sendo tão próspera quanto se esperava, com indicadores que apontam a queda da atuação da indústria, minguar do PIB, e persistente temor quanto o ataque da inflação. Neste mesmo quadro, corrupção, crise hídrica e risco de apagão têm contribuído significativamente para um cenário hostil para o mundo dos negócios.

Caminhar sobre ovos define a situação a qual as instituições de grande à pequeno porte, e dos mais diversificados seguimentos, se encontram hoje, cabendo aos empreendedores muito jogo de cintura e sapiência para não comprometer a saúde financeira de sua organização, sendo preciso remodelar planejamentos, reavaliar estratégias, e calcular cada passo dado, visto que, qualquer falha acometida em gestão, comunicação, investimentos ou vendas, pode colocar em xeque a estabilidade do caixa.

De acordo com especialistas, é preciso estar mais atento do que nunca às finanças, reduzindo custo desnecessários e empregando a mais cuidadosa gestão, acompanhando e direcionando-a em ações de factual retorno; também é necessário o mesmo olhar quanto as estratégias de vendas, que devem ser atualizadas e bem desenvolvidas de modo a viabilizar retorno satisfatório à organização.

Outro ponto a ser ressaltado, é que em momentos como este, muitos empresários acreditam que o melhor a se fazer é adotar cortes bruscos na área da comunicação e redirecionar os recursos em outros setores, todavia, pesquisam indicam que reconquistar o espaço perdido na mídia pode ter um custo 75% maior em comparação a uma concorrente que manteve suas táticas de comunicação, assim como ratifica Eduardo Tomiya, diretor geral da Milward Brown, “O reinvestimento é sempre muito maior no período pós-crise […] o grande erro das empresas é não entenderem a comunicação como estratégia.”

O ano de 2015 tem exigido demasiada cautela na questão de investimento, e em meio a tal contexto, muitos empresários são rondados pela dúvida, em como agir de maneira a não comprometer o bem-estar da instituição e ainda assim obter resultados com bom índice de lucro; para tanto, é imprescindível uma administração eficiente e bem articulada de verba, tempo e da equipe de colaboradores, o que pode se tornar mais viável com a aplicação de tecnologia de gestão empresarial, sendo que a mesma possibilita o controle e registro de tudo o que se passa com a instituição, com custo relativamente baixo, proporcionando qualificação das medidas e potencialização de resultados.

Crises e momentos difíceis como o qual o Brasil vem enfrentando podem ser a ruína de uma empresa com gerenciamento deficiente e ausência de inovação em seus processos, carecendo dos administrados que posicionam-se a frente de seus negócios, condutas bem planejadas e implementação de metodologias que garantam resultados assertivos e que venham a nutrir sua estrutura da entidade, para tal, ter visão clara sobre o posicionamento e diretrizes do mercado, além de abdicar de mecanismos retrógrados que vem a ser o primeiro passo para o progresso da instituição.

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