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	<title>@matofino &#187; publicidade</title>
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		<title>Super Bowl 2012</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 02:38:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@matofino</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Super Bowl 2012]]></category>

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		<description><![CDATA[Vídeo produzido pelo veículo Meio &#038; Mensagem que sintetiza a história de peças publicitárias históricas. Vale a pena clicar!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Flash Video Resizer 1.5 : 1pixel --><p>Um pouco da história da publicidade no Super Bowl / EUA.</p>
<p><a href="http://matofino.com.br/anotacoes/super-bowl-2012/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
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		<title>Publicidade pega pesado com as crianças?</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Nov 2011 22:30:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@matofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade infantil]]></category>

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		<description><![CDATA[Vídeo muito interessante sobre publicidade infantil, foi produzido pela Revista Galileu e vale cada minuto. Clique!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Flash Video Resizer 1.5 : 1pixel --><blockquote><p>O problema é a publicidade? Qual sua opinião?</p></blockquote>
<p><a href="http://matofino.com.br/anotacoes/publicidade-pega-pesado-com-as-criancas/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
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		<title>A natureza da marca</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jun 2010 20:49:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@matofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[Assim como as pessoas, uma marca busca a realização de sua natureza na vida, isto é, no mercado. Por exemplo, qual é a natureza emocional do jeans? Independente do anunciante, fabricante ou de outra parte interessada, um pedaço de pano pintado de indigo blue passa apenas um sentimento à humanidade: o de algo rústico, autêntico. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Flash Video Resizer 1.5 : 1pixel --><p><strong>Assim como as pessoas, uma marca busca a realização de sua natureza na vida, isto é, no mercado.</strong></p>
<p>Por exemplo, qual é a natureza emocional do jeans? Independente do anunciante, fabricante ou de outra parte interessada, um pedaço de pano pintado de indigo blue passa apenas um sentimento à humanidade: o de algo rústico, autêntico. Mas esse não é apenas um sentimento solto, sem contexto emocional, cada produto tem, no imaginário coletivo, uma natureza emocional que independe da cultura e da época em que vive: uma rosa sempre passou e sempre vai passar refinamento, um morango sempre passou e sempre vai passar sensualidade. Isso significa que, apesar das tendências e mudanças de comportamento do consumidor, a essência emocional ou espírito da marca não muda através das décadas.</p>
<p><span id="more-829"></span>Na natureza do jeans, existe o sentimento de liberdade, não aquela liberdade de ir até a esquina ou até a praia e voltar, mas aquela liberdade com raízes emocionais mais profundas, aquela em que o ser tem a coragem de abrir mão da segurança para ser dono de do seu destino, de seguir seu caminho pessoal, ditado por seu universo interior. O jeans tem um sentimento desbravador, de busca da verdade, mas uma verdade pessoal significativa, não de laboratório de filho de rico de cidade grande. Aquela liberdade conquistada pela aventura de viver.</p>
<p>O resultado no faturamento é o maior possível. Quando a Levi&#8217;s usava a imagem do pioneiro do Oeste americano em suas campanhas, durante 100 anos foi líder disparada, chegando, em 1991, a 45% de participação de mercado nos Estados Unidos. Depois, durante um ano, desviou-se do seu espírito, mostrando jovens novaiorquinos, e a participação caiu para 36%. O presidente, na época, voltou à mídia para afirmar que, o que diferencia a Levi&#8217;s da Gess, Gap e Calvin Klein, entre outras, é o espírito de liberdade. Voltou em 1992 à campanha tradicional e reconquistou 42% do mercado. Com as mudanças subseqüentes de administração, abandonaram novamente o espírito da marca e o resultado é que, em 1999, a participação caiu para 18%, fecharam 22 fábricas ao redor do mundo e amargaram um prejuízo. No Brasil, se perguntarmos a qualquer grupo com mais de 40 anos se alguém se lembra de uma publicidade de jeans, todos vão citar a campanha de 20 anos atrás da USTOP, que tinha como tema liberdade é uma calça velha, azul e desbotada, o que deu um excelente resultado de venda.</p>
<p>A realização emocional de uma marca é tão importante quanto a realização emocional de uma pessoa. A Gucci teve, no ano passado, 87% de margem bruta, o que mostra que a marca com espírito consegue uma alavancagem enorme no mercado. No Brasil, podemos citar algumas campanhas em que a natureza do produto foi vestida com a natureza da comunicação: meu primeiro sutien da Valisére, o cachorrinho basse da Cofap, o detetive dos tubos Tigre, os mamíferos da Parmalat, guaraná com pizza da Antarctica, com pelo menos alguma coisa em comum do cigarro Free que, de último lugar, chegou em 1995 com R$ 2 bilhões de faturamento.</p>
<p>O espírito é a diretriz mais importante de uma marca. Por exemplo, se falo que um carro tem o espírito aventureiro e outro, o espírito conservador, de imediato se forma uma imagem do produto, a comunicação adequada e equipamentos suplementares do produto. Esse conhecimento estruturado no inconsciente coletivo, a que damos o nome de arquétipo emocional, existe naturalmente na natureza humana. Para exemplificar, temos abaixo um grupo de termos associados a emoções&#8230;</p>
<ol>
<li>adrenalina</li>
<li> juventude</li>
<li>erudito</li>
<li> formal</li>
</ol>
<p>Independente de credo, cultura e sexo, todas as pessoas do mundo agrupam adrenalina-juventude contra erudito-formal; se continuarmos buscando associações com produtos, diremos que adrenalina combina com paraquedismo; e erudito combina com teatro municipal. Isso, que parece tão óbvio, em termos práticos significa que as emoções andam em grupo e têm seu próprio habitat e traços de personalidade naturais.</p>
<p>A Coca-Cola, que já foi fortíssima na mente e psique do consumidor, perdeu seu brilho quando se afastou do espírito de alegria de viver, sendo sua primeira guinada de rumo em 1995, com a campanha Always &#8211; Sempre Coca-Cola. As combinações emocionais com always estão distantes da alegria, vitalidade, emoção de momento, desprendimento e tudo mais que o refrigerante significa na psique coletiva global.</p>
<p>Vale a pena sempre lutar por sua realização emocional, ou da marca, ou pelos valores do futuro, que sempre estiveram presentes e vibrando dentro de cada um de nós.</p>
<p><strong>Fonte: </strong>Oliver, Philip. <em>A natureza da marca. </em></p>
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		<title>Logorama, melhor curta-metragem de animação</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Mar 2010 00:27:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@matofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
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		<description><![CDATA[Enquanto a maioria dos filmes nos mostra um mundo sem outdoors, banners e outras formas de publicidade (exceto os merchans dos patrocinadores, claro), Logorama faz justamente o contrário: constrói uma trama onde os personagens são ícones ou mascotes de marcas famosas sem parecer um comercial gigante da Polishop, justificando o título da obra. Curta-metragem de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Flash Video Resizer 1.5 : 1pixel --><p><a href="http://matofino.com.br/anotacoes/logorama-oscar-2010-melhor-curta-metragem-de-animacao/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<blockquote><p>Enquanto a maioria dos filmes nos mostra um mundo sem outdoors, banners e outras formas de publicidade (exceto os merchans dos patrocinadores, claro), <a target="_blank" href="http://www.logorama-themovie.com" target="_blank"><strong>Logorama </strong></a>faz justamente o contrário: constrói uma trama onde os personagens são ícones ou mascotes de marcas famosas sem parecer um comercial gigante da Polishop, justificando o título da obra.</p></blockquote>
<p>Curta-metragem de animação, vencedor do Oscar 2010, foi produzido pelo trio francês H5 (François Alaux, Hervé de Crécy e Ludovic Houplain), tem os mesmos moldes dos filmes hollywoodianos, tendo Ronald McDonald como vilão da história.</p>
<p>No filme aparecem mais de duas marcas de produtos e serviços e, apenas duas músicas licenciadas. Todos os outros sons e efeitos de sound design são originais. A música de encerramento diz: &#8220;Eu não quero mandar fogo no mundo&#8221;, trilha que acompanha o personagem principal da trama.</p>
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		<title>Propaganda boa é assim:</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Feb 2010 23:45:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@matofino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Flash Video Resizer 1.5 : 1pixel --><p><a href="http://matofino.com.br/anotacoes/propaganda-boa-e-assim/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
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		<title>#cpartybr &#8211; Mídias sociais nas corporações</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 21:06:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@matofino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Profissionais de comunicação de diversos segmentos debatem sobre publicidade e relacionamento nas redes sociais de forma muito crítica, produtiva e descontraída. O bate-papo, facilitado por Eric Messa, &#8220;caminhou&#8221; por uma linha mais comportamental, sociológica e claro: business. Refletir sobre o universo das mídias do ponto de vista corporativo, sem ser intrusivo, fez com que muita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Flash Video Resizer 1.5 : 1pixel --><h2>Profissionais de comunicação de diversos segmentos debatem sobre publicidade e relacionamento nas redes sociais de forma muito crítica, produtiva e descontraída.</h2>
<p>O bate-papo, facilitado por Eric Messa, &#8220;caminhou&#8221; por uma linha mais comportamental, sociológica e claro: business. Refletir sobre o universo das mídias do ponto de vista corporativo, sem ser intrusivo, fez com que muita gente repensassem os conceitos aplicados nas estratégias de comunicação on line.</p>
<p>Como já é comum na zona de criatividade, especilamente no Campus Blog, o público foi além do esperado. Além do assunto ser de grande relevância, os participantes da mesa eram referencia no mundo do marketing e comunicacão online. Na platéia tinham profissionais de diversos estados brasileiros.</p>
<p><span id="more-726"></span>Acredito que o ponto mais polêmico do bate-papo aconteceu quando <strong>Wagner Fontoura (@boombust) fez uma crítica forte aos profissionais do mercado on line: &#8220;&#8230;é importante trabalhar com metas claras e específicas. Não adianda querer vender uma ideia ao executivo se você não tem processos, não consegue mostrar um caminho, estimar resultados&#8230;&#8221;</strong>. Todos os demais integrantes da mesa complementaram o ponto de vista de @boombust e defenderam que, quanto mais o mercado de comunicação on line profissionalizar-se, melhor será para todos &#8211; cliente, profissional/ agência &#8211; usuários.</p>
<p>Durante todo o tempo, os convidados falaram sobre estratégias que deram certo em mídias sociais como o case exemplar da Tecnisa e alertaram: trabalhar com uma comunicação sincera nas redes sociais é básico.</p>
<p>O tempo esgotou-se, mas a galera continuou interagindo com os palestrantes, trocando experiências, cartões e pousando para fotos. Ao cumprimentar Beto Aloureiro, ele disse: &#8220;Eu nem trouxe computador. O que vale a pena em eventos como este é conhecer as pessoas que conversamos no Twitter ou qualquer outro canal. É relacionar-se com todos!&#8221;</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-724" title="Campus Blog \\ Criatividade \\ Campus Party Brasil 2010" src="http://costalencar.com.br/anotacoes/wp-content/uploads/2010/01/DSC_0010.jpg" alt="Campus Blog \\ Criatividade \\ Campus Party Brasil 2010" width="480" height="322" /></p>
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		<title>Bem-vindos à Googlelândia</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 00:42:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@matofino</dc:creator>
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		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[ponto de vista]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois que comecei a utilizar as ferramentas disponíveis na Googlelândia, passei a compará-las com a Matrix. Você já vive nela. O futuro na Web passa pelas nuvens do Google.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Flash Video Resizer 1.5 : 1pixel --><blockquote><p>Você tem medo do Google? Se não tem, deveria começar a pensar no assunto.</p></blockquote>
<p>Depois de ler o excelente texto da Revista Galileu, escrito por Pedro Doria, resolvi escrever este post sob o mesmo título para frisar alguns pontos interessantes.</p>
<p>O Google sabe mais sobre você do que a sua mãe. A razão dessa ideia explica-se no fato de que estamos diante da única empresa que conseguiu trabalhar com a intenção das pessoas.</p>
<p>O conceito Google foi e é &#8220;tão bem aceito&#8221; pelas pessoas, que somado as redes sociais, possibilita a revelação de celebridades globais em questão de horas. Essa popularidade também beneficia a publicidade online</p>
<p>Dentre tantas histórias, uma decisão, talvez imatura, da concorrência consolidou o Google: o Yahoo! que não quiz comprar o projeto acadêmico por um milhãode dólares e depois, aceitou negociação de aproximados 300 milhões de dólares para permitir o uso da tecnologia de links patrocinados, o que transformou o buscador numa potência mundial, dominando o mercado publicitário online.</p>
<p>Na Googlelândia, nada passa despercebido. Os robots navegam e leêm todas as informações dispostas na rede mundial. Para muitos, um problema de privacidade.</p>
<p><span id="more-696"></span>Não podemos negar que a empresa possue seu lado negro, mas a maioria dos usuários acreditam que a empresa é ética e não fará mal a ninguém. Afinal, a perda de confiança das pessoas provocaria fortes prejuízos as ações da empresa, na bolsa de valores.</p>
<blockquote><p>Depois que comecei a utilizar as ferramentas disponíveis na Googlelândia, passei a compará-las com a Matrix. Você já vive nela. O futuro na Web passa pelas nuvens do Google.<br />
<strong>Rogério A. Costa</strong> (<a target="_blank" href="http://twitter.com/matofino" target="_blank">@matofino</a>)</p></blockquote>
<p>O Google News copila informações relevantes e disponibiliza aos usuários. Particularmente, acredito que essa estratégia motivou uma tendência que impacta na redação para Web e também requer uma reciclagem dos profissionais do meio &#8211; jornalistas, redadores, blogueiros etc.</p>
<p>Em um passado recente, pagavamos para utilizar serviços cartográficos ruins. Com o Google Maps tudo ficou mais fácil. O serviço é gratuito e pode facilmente ser integrado a outros sites (2.0). Além disso, é comum vermos peças publicitárias que utilizam as imagens de satélite, disponibilizadas pela ferramenta.</p>
<p>Da mesma forma que o buscador utiliza a intenção das pessoas para oferecer respostas precisas, ele apóia e desenvolve aplicativos <em>open sources</em> como navegador de internet e sistem operacional para celular.</p>
<p>Com a nova tendência de computação nas nuvens, cada vez mais os usuários armazenam dados na rede. De olho neste comportamento, o Google Docs veio para ficar. E o melhor, grátis!</p>
<p>O desenvolvimento de ferramentas que rodem no ambiente online é uma demanda chave do mercado. Por outro lado, a empresa vive uma onda de questionamento sobre legalidade, autoria, ética e afins. Certamente, assim como outras empresas, não lhes fazem mal o dinheiro que ganham enquanto outros contestam.</p>
<p>Dizem que o produto mais caro do mundo chama-se: informação. Será que o Google também pensa assim?</p>
<p>Uma nova linguagem consolidada na rede é o vídeo. Graças ao Youtube, o buscador também ganha com serviços publicitários que são oferecidos.</p>
<p>O Google está presente na China. Diante da globalização, está discussão nos leva a algum lugar? Atualmente o buscador é o mais lembrado e lucrativo do mundo. Por utro lado, possue muitas estratégias vistas como polêmicas. Por isso, é importante que concorrentes como Yahoo! e Bing ganhem mercado e juntas, organizem as informações da rede. Acredito que essa concorrência seja interessante apenas para empresas anunciantes e profissionais do mercado.</p>
<p>A cultura do usuário somada a confiança e conceito da Googlelândia está alicerçada na ideia de boas referências. Ou seja, da mesma maneira que você pode escrever uma monografia utilizando-se de bons livros e outras referências, o Google também o faz.</p>
<p>Considerando as políticas de uso, será que os benefícios da Googlelândia oferecem perigo aos usuários?</p>
<p>Fica difícil acreditar que serviços como Gmail e Docs deixem de ser oferecidos ao mercado.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p><strong>Texto referência:</strong> <a target="_blank" href="http://revistagalileu.globo.com/Revista/Galileu/0,,EDG86945-7855-215,00-BEMVINDOS+A+GOOGLELANDIA.html" target="_blank">Bem-vindos a Googlelândia \\ Revista Galileu</a></p>
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		<title>Onde as pessoas e os bits se encontram</title>
		<link>http://matofino.com.br/anotacoes/onde-as-pessoas-e-os-bits-se-encontram/</link>
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		<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 03:55:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@matofino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A história dos esforços para torna as máquinas mais manejáveis é quase toda dominada pela busca do aperfeiçoamento sensorial e do desenvolvimento de desenhos fisicamente mais práticos. O desafio de agora não apenas oferecer as pessoas telas maiores, maior qualidade de som e um painel gráfico de comando mais fácil de usar. É fazer computadores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Flash Video Resizer 1.5 : 1pixel --><blockquote><p>A história dos esforços para torna as máquinas mais manejáveis é quase toda dominada pela busca do aperfeiçoamento sensorial e do desenvolvimento de desenhos fisicamente mais práticos. O desafio de agora não apenas oferecer as pessoas telas maiores, maior qualidade de som e um painel gráfico de comando mais fácil de usar. É fazer computadores que conheçam o usuário, aprendam quais são suas necessidades e entendam linguagens verbais e não verbais.</p>
<p>Onde quer que esteja o computador, a interface com desenho mais eficaz resulta da combinação das forças da riqueza sensorial e da inteligência da máquina.</p>
<p><em>(</em><a target="_blank" href="http://www6.ufrgs.br/cedcis/arquivos_ladcis/informatica-sociedade/livros_e_referencias/resumos/a_vida_digital_-_volmir_silva_de_oliveira.pdf" target="_blank"><em>Volmir Silva de Oliveira</em></a><em> &#8211; Resumo do livro: A vida digital de Nicholas Negroponte)</em></p></blockquote>
<p>Como o autor fala no texto, eu também tenho vivido nos últimos anos uma quantidade diária significativamente elevada a frente do computador.</p>
<p>Hoje, já não é tão desafiador &#8220;ser digital&#8221;. O mundo tem acompanhado as evoluções da informática no ritmo dos processadores.</p>
<p>Certamente a interação com os computadores está presente na vida de qualquer pessoa. Claro, existem excessões, como na África.</p>
<p><span id="more-684"></span>A indústria já produziu tantos computadores e periféricos que o artista Vik Muniz afirma em suas obras que já é possível cobrir toda a américa com este atual e/ou futuro lixo.</p>
<p>Cada vez mais as empresas otimizam as ferramentas para atender o maior número de usuários. Algumas focam em nichos específicos. O desafio atual não está focado no hardware, mas sim na inteligência artificial.</p>
<p>Dentro do mercado digital, temos uma única empresa que consegue trabalhar com a intenção das pesoas &#8211; o Google. O buscador consegue mostrar um resultado de busca que imaginei, mesmo digitando a busca erroneamente. Exemplo: eu digito &#8220;sustentabilidade MTV&#8221; para localizar uma pesquisa divulgada pela emissora de tv e, o buscador mostra-me um vídeo específico e outras informações, que estão de acordo com meu objetivo.</p>
<p>Este é só um dos exemplos de ferramentas inteligentes que, através de bits, reconhece seus respectivos usuários. Outro fator que marca a inteligência digital é a sistetização dos suportes. Com os chips, quase tudo foi reduzido a &#8220;miniaturas&#8221;.</p>
<p>Por muito tempo a interatividade reinou. agora a indústria utiliza-se da riqueza sensorial para unir a tecnologias com pessoas.</p>
<p>Antes, estudos sugeriam que no caso da maioria dos aplicativos, a fala e a linguagem natural não constituiam canais apropriados de comunicação entre as pessoas e as máquinas. Atuamente está dieta já sofreu fortes mudanças, resultando em inteligências eficazes. A &#8220;faiclidade de uso&#8221; ou usabilidade tem constituído uma meta tão obrigatória que as vezes nos esquecemos de que muitas pessoas simplesmente não querem usar a máquina: querem que ela desennhe uma tarefa.</p>
<p>Agora os bits convertem-se ou estão a caminho das nuvens. As intereções pessoais começam a serem substituids por toda parafernália digital.</p>
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		<title>Profissão: Publicitário</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 14:17:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Renato Cavalher, presidente do Clube de Criação do Paraná, fala sobre como é a profissão e o que esperar do futuro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Flash Video Resizer 1.5 : 1pixel --><p><span>Renato Cavalher, presidente do Clube de Criação do Paraná, fala sobre como é a profissão e o que esperar do futuro.</span></p>
<p><span><p><a href="http://matofino.com.br/anotacoes/profissao-publicitario/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p><br />
</span></p>
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		<title>Nossos sentidos X Publicidade</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 14:22:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@matofino</dc:creator>
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		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
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		<description><![CDATA[Nesta entrevista, Mario Persona reflete sobre como os cinco sentidos podem impactar na comunicação publicitária. Segundo a Dra. Márcia Dolores do Institudo Saber, a parte &#8220;Neuro&#8221; da PNL reconhece a idéia fundamental de que todos os comportamentos nascem dos processos neurológicos da visão, audição, olfato, paladar, tato e sensação. Percebemos o mundo através dos cinco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Flash Video Resizer 1.5 : 1pixel --><p>Nesta entrevista, Mario Persona reflete sobre como os cinco sentidos podem impactar na comunicação publicitária.</p>
<p>Segundo a <a target="_blank" href="http://institutosaber.com.br/o_instituto.php" target="_blank">Dra. Márcia Dolores do Institudo Saber</a>, a parte &#8220;Neuro&#8221; da PNL reconhece a idéia fundamental de que todos os comportamentos nascem dos processos neurológicos da visão, audição, olfato, paladar, tato e sensação. Percebemos o mundo através dos cinco sentidos. &#8220;Compreendemos&#8221; a informação e depois agimos.</p>
<p>Portanto, nossos sentidos podem sim ser associados a publicidade, facilitando a decisão de compra do consumidor.</p>
<p><a href="http://matofino.com.br/anotacoes/nossos-sentidos-x-publicidade/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
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