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	<title>@matofino &#187; comportamento</title>
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		<title>Chomsky e as 10 estratégias de manipulação capitalista midiática</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 14:43:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@matofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[capitalismo midiático]]></category>
		<category><![CDATA[Noam Chomsky]]></category>
		<category><![CDATA[sociologia]]></category>

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		<description><![CDATA[O linguista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das 10 estratégias de manipulação das elites capitalistas, através da mídia . Quando você assistir a Globo, ler Zero Hora, Veja e congêneres, lembre-se que eles estão aplicando estas técnicas em você. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Flash Video Resizer 1.5 : 1pixel --><p>O linguista estadunidense <strong>Noam Chomsky</strong> elaborou a lista das <strong>10 estratégias de manipulação</strong> das elites capitalistas, através da mídia . Quando você assistir a Globo, ler Zero Hora, Veja e congêneres, lembre-se que eles estão aplicando estas técnicas em você.</p>
<h3>A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO</h3>
<p>O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes.</p>
<p>A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética.</p>
<blockquote><p>Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto &#8216;Armas silenciosas para guerras tranqüilas&#8217;).</p></blockquote>
<p><em>Ex.: Big Brother, Copa do Mundo,  páginas e páginas de notícias sobre a vida pessoal dos artistas e sobre futebol.</em></p>
<h3>CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES</h3>
<p>Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.</p>
<p><em> Ex.: atentados em New York criando clima de paranóia nos EUA; crise na Grécia e Espanha justificando cortes nos salários e aposentadorias.</em></p>
<h3>A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO</h3>
<p>Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente,  a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990:  estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.</p>
<h3>A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO</h3>
<p>Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.</p>
<p><em>Ex.: alterações nas regras da aposentadoria no Brasil, anos atrás.</em></p>
<h3>DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE</h3>
<p>A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê?</p>
<blockquote><p>Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”).</p></blockquote>
<p><em>Ex.:  o apresentador do JN, W.Bonner, disse que redige as notícias pensando no telespectador como se  este fosse o Hommer Simpson, ou seja, um idiota completo, com a percepção de uma criança.</em></p>
<h3>UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO</h3>
<p>Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos.</p>
<h3>MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE</h3>
<p>Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada as classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.</p>
<p><em>Ex.: as escolas públicas cada vez mais são abandonadas, os professores recebem salários ridículos e os alunos não aprendem nada. Recentemente, a Veja começou a atacar o Construtivismo  (teoria de ensino libertadora proposta por Paulo Freire) preocupada com os resultados conscientizadoras na &#8220;classe baixa&#8221;.</em></p>
<h3>ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE</h3>
<p>Promover ao público  achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto.</p>
<p><em>Ex.: no Big Brother, quanto pior for o cárater da pessoa, mais vencedora ela é. O importante é ganhar. O técnico da seleção de futebol brasileira quanto mais troglodita for, mais é promovido. As mulheres-frutas (melancia, morango) são um exemplo vitorioso a ser seguido pelas adolescentes. As letras das músicas &#8220;funk&#8221; influenciam o comportamento machista e vulgar de grande parte da juventude.</em></p>
<h3>REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE</h3>
<p>Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o  indivíduo  se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação.</p>
<h3>CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM</h3>
<p>No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.</p>
<p><em>Ex.: as manipulações da mídia sobre a Gripe A, transgênicos.</em></p>
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		<title>Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas só um gênio consegue vendê-lo</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Sep 2010 19:51:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@matofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[marketing pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Texto Max Gehringer &#8220;Durante minha vida profissional, eu topei com algumas figuras cujo sucesso surpreende muita gente. Figuras sem um vistoso currículo acadêmico, sem um grande diferencial técnico, sem muito networking ou marketing pessoal. Figuras como o Raul. Eu conheço o Raul desde os tempos da faculdade. Na época, nós tínhamos um colega de classe, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Flash Video Resizer 1.5 : 1pixel --><p><strong>Texto Max Gehringer</strong></p>
<blockquote><p>&#8220;Durante minha vida profissional, eu topei com algumas figuras cujo sucesso surpreende muita gente. Figuras sem um vistoso currículo acadêmico, sem um grande diferencial técnico, sem muito networking ou marketing pessoal.</p></blockquote>
<h3>Figuras como o Raul.</h3>
<p>Eu conheço o Raul desde os tempos da faculdade. Na época, nós tínhamos um colega de classe, o Pena, que era um gênio.</p>
<p>Na hora de fazer um trabalho em grupo, todos nós queríamos cair no grupo do Pena, porque o Pena fazia tudo sozinho.</p>
<p><span id="more-843"></span>Ele escolhia o tema, pesquisava os livros, redigia muito bem e ainda desenhava a capa do trabalho &#8211; com tinta nanquim. Já o Raul nem dava palpite.</p>
<p>Ficava ali num canto, dizendo que seu papel no grupo era um só, apoiar o</p>
<p>Pena. Qualquer coisa que o Pena precisasse, o Raul já estava providenciando,</p>
<p>antes que o Pena concluísse a frase.</p>
<h3>Deu no que deu</h3>
<p>O Pena se formou em primeiro lugar na nossa turma. E o resto de nós passou meio na carona do Pena &#8211; que, além de nos dar uma colher de chá nos trabalhos, ainda permitia que a gente colasse dele nas provas. No dia da formatura, o diretor da escola chamou o Pena de &#8216;paradigma do estudante que enobrece esta instituição de ensino&#8217;. E o Raul ali, na terceira fila só aplaudindo.</p>
<p>Dez anos depois, o Pena era a estrela da área de planejamento de uma multinacional.</p>
<p>Brilhante como sempre, ele fazia admiráveis projeções estratégicas de cinco e dez anos. E quem era o chefe do Pena? O Raul. E como é que o Raul tinha conseguido chegar àquela posição? Ninguém na empresa sabia explicar direito. O Raul vivia repetindo que tinha subordinados melhores do que ele, e ninguém ali parecia discordar de tal afirmação. Além disso, o Raul continuava a fazer o que fazia na escola, ele apoiava.</p>
<p>Alguém tinha um problema? Era só falar com o Raul que o Raul dava um jeito.</p>
<p>Meu último contato com o Raul foi há um ano. Ele havia sido transferido para Miami, onde fica a sede da empresa. Quando conversou comigo, o Raul disse que havia ficado surpreso com o convite.</p>
<p>Porque, ali na matriz, o mais burrinho já tinha sido astronauta. E eu perguntei ao Raul qual era a função dele. Pergunta inócua, porque eu já sabia a resposta. O Raul apoiava, direcionava daqui, facilitava dali, essas coisas que, na teoria, ninguém precisaria mandar um brasileiro até Miami para fazer.</p>
<p>Foi quando, num evento em São Paulo, eu conheci o Vice-presidente de recursos humanos da empresa do Raul. E ele me contou que o Raul tinha uma habilidade de valor inestimável:&#8230; ele entendia de gente.</p>
<p>Entendia tanto que não se preocupava em ficar à sombra dos próprios subordinados para fazer com que eles se sentissem melhor, e fossem mais produtivos. E, para me explicar o Raul, o vice-presidente citou Samuel Butler, que eu não sei ao certo quem foi, mas que tem uma frase ótima:</p>
<blockquote><p>Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas só um gênio consegue vendê-lo. <em>(Samuel Butler)</em></p></blockquote>
<p>Essa era a habilidade aparentemente simples que o Raul tinha, de facilitar as relações entre as pessoas. Perto do Raul, todo comprador normal se sentia um expert, e todo pintor comum, um gênio.</p>
<blockquote><p><strong>Há grandes Homens que fazem com que todos se sintam pequenos. Mas, o verdadeiro Grande Homem é aquele que faz com que todos se sintam Grandes.</strong></p></blockquote>
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		<title>Como lidar com o futuro?</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 10:56:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@matofino</dc:creator>
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		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Não há nenhuma razão para que alguém queira ter um computador em casa.&#8221; presidente da Digital Equipament Corporation, 1977 Pensamentos assim não fazem mais sentido. Se a geração atual não acompanhar a tecnologia, não será possível acompanhar a geração futura. A tecnologia está presente em praticamente todos os aspectos da vida humana. Crianças e jovens [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Flash Video Resizer 1.5 : 1pixel --><blockquote><p>&#8220;Não há nenhuma razão para que alguém queira ter um computador em casa.&#8221;<br />
presidente da Digital Equipament Corporation, 1977</p></blockquote>
<p>Pensamentos assim não fazem mais sentido. Se a geração atual não acompanhar a tecnologia, não será possível acompanhar a geração futura.</p>
<p>A tecnologia está presente em praticamente todos os aspectos da vida humana. Crianças e jovens substituiram antigas brincadeiras por novas tecnologias.</p>
<p>O fato de muitos jovens dedicarem-se a tantas tecnologias, impacta no sono, na alimentação, na leitura e outras atividades do dia-a-dia. Estudos sugerem que tal comportamtento provoca distúrbios de atenção. A boa notícia é que outros especialistas discordam.</p>
<p>Da mesma forma que a imprensa causa pânico em determinadas situações, as novas mudanças também causam. A verdade é que as novas possibilidades desafiam o intelecto e dão origem a geração Y. Geração essa que participa e impera ativamente nos ambientes digitais.</p>
<h3>O.k. Como vamos prever o futuro?</h3>
<p>Qualquer ideia ridícula sobre o futuro não deve ser levada a sério. Já é possível acessar a internet pela geladeira. É fácil prever o futuro, não!?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>#cpartybr &#8211; Boas histórias eternizam a Campus Party!</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 12:37:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@matofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[ponto de vista]]></category>
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		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante os vários dias que estou acampado na #cpartybr, fiquei tentando descobrir a razão que movimenta alguns Campus mais que outros. Por quê? Sai pela arena buscando dados que justificassem tal comportamento e uma resposta me surpreendeu: &#8220;uma boa história fica na memória pro resto da vida. Interfere em nossas vidas&#8230;&#8221;, proferida pelo curador do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Flash Video Resizer 1.5 : 1pixel --><p><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4071/4313018934_a0fd878438.jpg" alt="" width="500" height="335" /></p>
<p>Durante os vários dias que estou acampado na #cpartybr, fiquei tentando descobrir a razão que movimenta alguns Campus mais que outros. Por quê?</p>
<p>Sai pela arena buscando dados que justificassem tal comportamento e uma resposta me surpreendeu: &#8220;uma boa história fica na memória pro resto da vida. Interfere em nossas vidas&#8230;&#8221;, proferida pelo curador do Campus Blog, Ediney Souza (@interney). Realmente! Discutir conhecimento, debater mudanças, política, educação, comportamento é muito mais que 10 gigas de velocidade virtual.</p>
<p>Campuseiros discutem com formadores de opnião que são referências no Brasil e até no mundo. <strong>&#8220;Ser nerd é ter conhecimento, é ser inteligente, também discutir política etc.&#8221;, disse João Vicent</strong>, dinamizador do evento, durante bate-papo com Marcelo Tas no Momento Telefônica.</p>
<p>A criatividade impera! Da mesma forma de alguns debates são destaques devido aos bons assuntos discutidos, a galera brinca com happinigns que redem excelentes imagens e viralização em redes sociais e outras mídias.</p>
<p>Algumas curadorias da Campus Party Brasil 2010 provocaram reflexões que eternizaram a edição do maior evento  de tecnologia e encontro de nerds do mundo por um único detalhe: conteúdo!</p>
<p>E tenho dito: você aprende técnica em minutos. Conhecimento não.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O que você precisa saber para iniciar um site?</title>
		<link>http://matofino.com.br/anotacoes/o-que-voce-precisa-saber-para-iniciar-um-site/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 12:54:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@matofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>
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		<category><![CDATA[conceito]]></category>
		<category><![CDATA[processos]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de ver o post do @nagueva no Twitter, resolvi traduzir o texto publicado no Enrim Design Blog. São dicas interessantes que pode facilitar a vida de muitas pessoas. Volta e meia vejo pessoas que não sabem por onde começar ou o que procurar quando se quer criar um site. E não é surpresa! Internet [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Flash Video Resizer 1.5 : 1pixel --><p>Depois de ver o post do @nagueva no Twitter, resolvi traduzir o texto publicado no <a target="_blank" href="http://blog.enrimdesign.com/2010/01/28/what-you-need-to-know-to-start-a-website/" target="_blank">Enrim Design Blog</a>. São dicas interessantes que pode facilitar a vida de muitas pessoas.</p>
<h2>Volta e meia vejo pessoas que não sabem por onde começar ou o que procurar quando se quer criar um site. E não é surpresa! Internet tem uma quantidade infinita de possibilidades e opções, é muito fácil se perder. Então decidi esboçar alguns passos que você pode tomar para chegar em um resultado interessante. O processo descrito a seguir pode ser diferente para cada indivíduo e/ou projeto, mas pode poupar algum tempo e dinheiro.</h2>
<p>Antes de entrar em contato com um web designer ou agência, seria bom decidir uma meta principal para seu site? Quais seriam as possibilidades?</p>
<ul>
<li>Promover seus serviços?</li>
<li>Promover os seus produtos?</li>
<li>Vender produtos?</li>
<li>Promover o suporte on line para os seus serviços?</li>
<li>Mantenha contato com clientes estabelecidos?</li>
<li>Atrair novos clientes e/ou negócios?</li>
<li>Mostrar seu trabalho?</li>
<li>Tudo ou combinação dos anteriores?</li>
</ul>
<p><strong>A definição do seu público anda de mãos dadas com seus objetivos:</strong></p>
<ul>
<li>Quem vai visitar o seu site?</li>
<li>O que eles estão procurando?</li>
<li> Qual é o seu público-alvo, que serviços deo oferecer (formulário de contato, comentários, etc)?</li>
</ul>
<p><strong>Depois de saber por quê você quer ter um site, tu deves começar a fazer algumas pesquisas e coletar idéias.</strong></p>
<p><strong></strong><span id="more-739"></span></p>
<ul>
<li>Visite o site do concorrente &#8211; avalie os elementos de comunicação e recursos que você gosta e considera que irá trabalhar no seu site.</li>
<li>Como é o site do seu concorrente? Qual o conteúdo? (por exemplo: home, quem somos, contato, serviços, etc)  &#8211; Você quer algo semelhante?</li>
<li>Visite blogs e sites de design para ver o estilo que sseu site se encaixa melhor.</li>
</ul>
<p>Com base no exposto, decida que tipo de conteúdo que você irá oferecer aos usuários &#8211; lembre-se que sites são projetados em torno do conteúdo! Isso, bem como a forma como é estruturado, é o que vai atrair os visitantes e fazê-los ficar.</p>
<p>Pense periodicidade de atualizações do site. Se você quer tráfego (visitas), atualize sempre! Também considere se você gostaria de fazer as atualizações ou se prefere pagar alguém.</p>
<p>Uma vez que você decidiu o que gostaria de alcançar com o site, pondere sobre suas próprias habilidades e tempo para ver se irá necessitar de ajuda profissional para criar o que você tem em mente.</p>
<h3>Ao procurar um web designer ou agência:</h3>
<ul>
<li>Certifique-se de ver o que esta empresa/ freelancer fez no passado e se você gosta do trabalho;</li>
<li>Peça referências e aconpanhe as atividades;</li>
<li>Descubra o que as pessoas dizem sobre os profissionais na agência ou do frelancer;</li>
<li>Tire suas dúvidas sobre a forma como a empresa / freelancer opera.</li>
</ul>
<p>Depois de saber como elas funcionam, você pode decidir no que você se encaixa melhor.</p>
<p><strong>Tipos de empresas que você pode encontrar em sua pesquisa:</strong></p>
<ul>
<li>Empresas de Outsourcing<br />
- Positivo: mais barato;<br />
- Negativo: geralmente são baseadas em países que não fala inglês, você poderá ter alguns problemas de comunicação e atrasos de tempo.</li>
<li>Nos grupos de casa web design<br />
- Positivo: realidade;<br />
- Negativo: muito caro.</li>
<li>Freelancers Autônomos<br />
- Positivo: depende! Freelancers podem ser boas opções, porque normalmente lhe dão atenção por um preço razoável. Estas são as pessoas que optaram por trabalhar por conta própria e muito provavelmente apreciam o seu negócio mais do que qualquer coisa no mundo.<br />
- Negativo: Infelizmente, um monte de freelancers ficam muito sobrecarregados e queimados. Portanto, você pode enfrentar alguns atrasos.</li>
</ul>
<p>Uma vez que você pegou um web designer, você deve começar a pensar no nome de domínio e hospedagem. As possibilidades são: seu web designer será capaz de lhe dar algumas sugestões sobre o nome de domínio e também será capaz de fornecer-lhe hospedagem que será customizado para suas necessidades, combinada com um bom preço. Recomendo nunca registrar e hospedar o seu domínio em serviços baratos. Consulte seu profissional <img src='http://matofino.com.br/anotacoes/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Uma vez que está no caminho &#8211; começe a trabalhar no conteúdo. Se preferir, ocntrate um redador ou jornalista. Providencie o conteúdo cedo! Um monte de atrasos acontecem porque o cliente não tem o conteúdo para colocar no site. Em outras palavras, mesmo que possa parecer que você tem muito tempo para fazê-lo, o desenvolvimento é feito com base no material existente. O conteúdo inicial também ajuda o designer durante a criação e estruturação do site.</p>
<h3>Um último ponto, mas certamente não menos importante:</h3>
<p><strong>Expectativas.</strong> Depois de começar a trabalhar no seu site, não fique esperando para ser feito em um par de dias. Se você quer um produto de qualidade, vai levar tempo para construí-lo. Criar um bom site gera um monte de trabalho em ambos os lados &#8211; cliente e designer. Sempre esperamos um grande número de idas e vindas e um monte de brainstorming. Se você encontrou o designer ideal, ele vai se sentir bem para saltar fora de si, com idéias <img src='http://matofino.com.br/anotacoes/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<h3>Resumo:</h3>
<ul>
<li>Determine a finalidade do seu site;</li>
<li>Determine sua audiência;</li>
<li>Concorrência de pesquisa;</li>
<li>Pesquise opções de design;</li>
<li>Organize o conteúdo;</li>
<li>Pense em quantas vezes você vai atualizar o site;</li>
<li>Pese nas opções e, se possível, contrate um web designer;</li>
<li>Registre um bom domínio;</li>
<li>Trabalhe sobre o conteúdo.</li>
</ul>
<p><strong>Referências que podem lhe ajudar:</strong></p>
<p>- <a target="_blank" href="http://www.improvetheweb.com/does-your-website-have-a-goal" target="_blank">Definindo uma meta clara e específica para o seu site</a><br />
- <a target="_blank" href="http://feedgrids.com/page/finding-and-working-with-the-right-designer" target="_blank">Encontrar e trabalhar com um designer honesto</a></p>
<p>Eu adoraria ouvir o que você tem a dizer para deixar comentários com suas idéias e sugestões!</p>
<p>Valeu!</p>
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		<title>#cpartybr &#8211; Campus Blog oferece boa programação de conteúdo e cai nos braços da galera.</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 18:22:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@matofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>

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		<description><![CDATA[Grande rede, pequenos construtores foi o tema do bate-papo promovido pela jornalista e blogueira @samegui, junto de mães,  crianças 2.0, educadores e platéia. O bate-papo com blogueiros mirins atraiu a atenção de muitas pessoas e também da imprensa. O vocabulário criativo da meninada impressionava e provovaca comentários e sensações únicas. Alguns jornalistas diziam: &#8220;estou impressionado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Flash Video Resizer 1.5 : 1pixel --><h2><strong>Grande rede, pequenos construtores</strong> foi o tema do bate-papo promovido pela jornalista e blogueira @samegui, junto de mães,  crianças 2.0, educadores e platéia.</h2>
<p>O bate-papo com blogueiros mirins atraiu a atenção de muitas pessoas e também da imprensa. O vocabulário criativo da meninada impressionava e provovaca comentários e sensações únicas. Alguns jornalistas diziam: &#8220;estou impressionado com o vocabulário dessa meninada&#8230;&#8221;</p>
<p>O tema foi discutido de igual para igual entre os jovens e convidados da mesa: a radialista Maria Fernanda Bastos e Fábio Yabu, ilustrador e escritor de livros infantis.</p>
<p>Um dos pontos mais discutidos foi a questão do medo que os pais sentem no primeiro momento em que os filhos &#8220;caem&#8221; na rede. &#8220;As vezes eles impõem regras e querem saber de tudo, limitam, mas acabam incentivando, contribuindo com a gente.&#8221;</p>
<p><span id="more-717"></span>Quando perguntados sobre a troca de experiência nas interações via redes sociais, a garotada disse que sensuram sim comentários pejorativos e que em alguns casos, conversam via e-mail com seus leitores, na maioria das vezes, adultos.</p>
<p>A galera esbaldavam-se quando a meninada dizia: somos citados na mídia por sustentar opiniões, divulgar nosso trabalho de forma sincera, discordar de profissionais de comunicação, por ter uma vida normal &#8211; apertar campanhainhas e sair correndo com os amigos, jogar bola etc.</p>
<p>Como não poderia ser diferente, os pais complementavam dizendo que as impressões da internet acabam transbordando para outras mídias, gerando/ movimentando o mercado da comunicação. Para os blogueiros, este comportamento deve ser levado de maneira natural, orgânica.</p>
<p>A recptividade e interação da galera com os palestrantes foi tamanha que o assunto continuou na stand do Governo paulista &#8211; área expo da Campus Party. Algumas pessoas chegaram a emocionar-se em conhecer o trabalho da meninada.</p>
<p>O público superou as expectativas e a imprensa marcou presença!</p>
<p>Por fim, o blogueiro Flávio Yabu sorteou um livro e a galera aplaudio calorosamente a participação de todos!</p>
<h3>Vídeos #cpartybr</h3>
<p><a target="_blank" href="http://www.ustream.tv/recorded/4236754" target="_self">http://www.ustream.tv/recorded/4236754</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um bom planejamento pode ajudar você a economizar tempo, dinheiro e ainda garantir seu cliente e sua sanidade</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 18:11:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@matofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[criação]]></category>
		<category><![CDATA[planejanemtno]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao esboçar a criação de um site, é possível levantar ideia para o design, estrutura e navegação do site, que provávelmente irá irá mostrar um grande volume de informação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Flash Video Resizer 1.5 : 1pixel --><p>Quando se fala em economizar dinheiro, o planejamento é rei! Veja por exemplo as donas de casa que fazem listas de compras antes de ir ao mercado.</p>
<p>Seguir <strong><a target="_blank" href="http://costalencar.com.br/anotacoes/design-grafico/site/">algumas etapas de trabalho antes de entrar de cabeça no design</a></strong> faz total diferença no resultado final de um projeto web. &#8220;Rascunhos&#8221; bem detalhados, originados a partir de brainstormings, permitem qye os detalhes do projeto sejam aprovados antes mesmo do código ou design. Isso já conteceu com você?</p>
<p>Ao esboçar a criação de um site, é possível levantar ideia para o design, estrutura e navegação do site, que provávelmente irá irá mostrar um grande volume de informação.</p>
<p>O planejamento em excesso é perda de tempo, mas a falta dele pode causar grandes problemas ao projeto. Se os tomadores de decisões forem os gerentes de marketing ou coisa parecida, eles podem não ter tempo para entender as mil e uma anotações do seu plano. Então tenha certeza de destacar os pontos importantes.</p>
<p><span id="more-709"></span><strong>&#8220;Design de informação é tão importante durante o planejamento quanto durante a execução.&#8221;</strong></p>
<p>Analisar a concorrência é parte do <strong><a target="_blank" href="http://costalencar.com.br/anotacoes/dicas/etapas-de-um-processo-criativo/">processo criativo</a></strong>. Você pode aprender muito com os erros e acertos de outros sites, por isso a importância de efetuar pesquisas.</p>
<h3>Pensando no usuário</h3>
<p>Se a necessidade dos seus usuários não forem preenchidas, você estará dando vantagem competitiva ao seu concorrente. Da mesma maneira, se força-los a fazer algo que não querem, perderam a confiança na sua marca e a paciência com seu site.</p>
<p>Seria bom que você planejasse como lidar com o gerenciamento estético e funcional de conteúdos e comportamento imprevisíveis.</p>
<p>O mapa do site (conhecido também como mapa mental) é talvez a ferramenta mais importante para estabelecer como sua arquitetura de informação irá funcionar. Nunca pule a criação de mapas do site, porque eles o ajudam a simplificar a experiência do usuário ao manter uma perspectiva ampla. Se a atenção necessária for dada a essa fase do planejamento, é possível que muitos erros sejam evitados.</p>
<h3>Criação planejada</h3>
<p>Os rascunhos, rafs ou mesmo os famosos wireframes são extremamente importante para se trabalhar o design. Similar aos storyboards tuilizados por diretores de filmes, os esboços permite que você comunique ideias de forma visual e confira se elas fazem sentido antes de qualquer produção criativa. Podem ser feito até no papel de pão <img src='http://matofino.com.br/anotacoes/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Alé disso, você deve determinar se o site irá ser gerenciado e por quem. Você ou o cliente lidarão com isso?</p>
<h3>Dicas interessantes</h3>
<p><strong>Ferramenta -</strong> O famoso PowerPoint não é exatamente uma aplicação ideal, mas sua popularidade permite que o planejamento seja compartilhado e editado por qualquer pessoa.</p>
<p>Usuários &#8211; Saber para quem você está criando o design e entender seu comportamento é o aspecto mais importante do planejamento.</p>
<p><strong>Orçamento -</strong> Muitos designers pulam o planejamento por não terem feito a cotação necessária. Você pode calcular o que é possível criar, cortando fora ideia sem sentido, maximizar recursos, planejar fazer bom uso de APIs e bibliotecas disponíveis gratuitamente.</p>
<p><strong>Tecnologia &#8211; </strong>A questão principal que impacta nas escolhas tecnológicas e a estrutura do site é a acessibilidade. Em geral, seguir diretrizes de acessibilidade é uma boa prática, mesmo que não constem no briefing.</p>
<p><strong>O futuro -</strong> Garanta que seu plano não seja apenas para pôr um site no ar, que também inclua espaço para evolução, crescimento e novas tecnologias.</p>
<h3>Para fechar&#8230;</h3>
<p>Quando planejadas, as decisões acontecem sem grande surpresas e novos insgights reforçam o trabalho, encontrando aplicações específicas e gerando resultados que geralmente superam as expectativas. O melhor é que, projetos planejados, somam excelentes aprendizados para os próximos trabalhos.</p>
<p>E tenho dito: papel de pão é o que liga!</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Bibliografia</strong><br />
<a target="_blank" href="http://costalencar.com.br/anotacoes/forca-criativa-curriculo/">Caderneta de Anotações do Mato Fino </a><br />
Revista <strong>W</strong>, número 104 / março de 2009</p>
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		<title>Lixo explosivo</title>
		<link>http://matofino.com.br/anotacoes/lixo-ingles-carga-explosiva/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 04:20:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@matofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[brsail]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde a primeira vez que ouvi falar do polêmico lixo inglês que foi enviado ao Brasil, me vem na memória imagens do filme Carga Explosiva 3. No filme, o executivo alega quem chega ao país para traar de negócios relacionados a Proteção Ambiental. O que ninguém sabia é que tratava-se de lixo radioativo armazenado em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Flash Video Resizer 1.5 : 1pixel --><p>Desde a primeira vez que ouvi falar do polêmico lixo inglês que foi enviado ao Brasil, me vem na memória imagens do filme Carga Explosiva 3.</p>
<p>No filme, o executivo alega quem chega ao país para traar de negócios relacionados a Proteção Ambiental. O que ninguém sabia é que tratava-se de lixo radioativo armazenado em um naviou, prestes a atracar-se no porto.</p>
<p>Fico imaginando se as pessoas que mandaram este lixo ao Brasil, por engano, não se inspiraram no filme e tiveram a grande idéia!</p>
<p>Concordo que este ato de devolução do lixo foi realmente um explo para o mundo. Cada um que faça sua lição de casa e que no mínimo, adotem boas práticas para <a target="_blank" href="http://costalencar.com.br/anotacoes/comportamento/dossie-universo-jovem-4-sustentabilidade-da-mtv/">sobrevivência de uma cultura sustentável</a>.</p>
<p>Voltando ao filme, vale a pena assistir! Só as cenas do trailer já provoca adrenalina. Imagine o filme todo.</p>
<p>Valeu Brasil!</p>
<p><a href="http://matofino.com.br/anotacoes/lixo-ingles-carga-explosiva/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="1" height="0" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="quality" value="high" /><param name="FlashVars" value="midiaId=1096810&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" /><param name="src" value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" /><param name="flashvars" value="midiaId=1096810&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="1" height="0" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" flashvars="midiaId=1096810&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" quality="high"></embed></object></p>
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		<title>Pesquisa MTV Sustentabilidade</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 14:43:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@matofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[jovem]]></category>
		<category><![CDATA[mtv]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa mtv]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade4]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de conhecer Mario Sergio Cortella no II Fórum de Sustemtabilidade e Comunicação e ler o livro de sus autoria, Qual é a Tua Obra?, resolvi publicar este post por três motivos: Dizer que o livro é muito bom; Disponiblizar o link do Dossiê Universo Jovem 4: Sustentabilidade da MTV (exibido no fórum) que vai [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Flash Video Resizer 1.5 : 1pixel --><p>Depois de conhecer <a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mario_Sergio_Cortella" target="_blank">Mario Sergio Cortella</a> no II Fórum de Sustemtabilidade e Comunicação e ler o livro de sus autoria, Qual é a Tua Obra?, resolvi publicar este post por três motivos:</p>
<ol>
<li>Dizer que o livro é muito bom;<img class="alignright" style="border: 1px solid black;" title="Dossiê Universo Jovem 4: Sustentabilidade da MTV" src="http://costalencar.files.wordpress.com/2009/07/dossie-universo-jovem-4-sustemtabilidade-mtv.jpg" alt="" width="180" height="125" /></li>
<li>Disponiblizar o link do <a target="_blank" href="http://www.comunicacaoesustentabilidade.com/video/mtv.php" target="_blank"><strong>Dossiê Universo Jovem 4: Sustentabilidade</strong> da MTV</a> (exibido no fórum) que vai de encontro com as idéias do Cortella;</li>
<li>E reproduzir as palavras  do <a target="_blank" href="http://binderlandia.wordpress.com/2008/09/29/dossie-universo-jovem-4-mtv-sustentabilidade/" target="_blank">Binderlândia</a>, que expõe alguns pontos da palestra do Cortella, que aconteceu no fórum. Aliás, no blog está disponível para <a target="_blank" href="http://binderlandia.wordpress.com/2008/09/29/dossie-universo-jovem-4-mtv-sustentabilidade/" target="_blank">download</a>, o livro que foi entregue com todos os dados da pesquisa.</li>
</ol>
<h3><strong>Erotização do sustentável</strong></h3>
<p>Poucos jovens sabiam ao certo definir o que significa sustentabilidade. Muitos achavam que era quando você consegue fazer as coisas sem depender de ninguém. Até que um dos entrevistados comentou que do jeito que estamos,<br />
<h3><span id="more-417"></span></h3>
<p>a saída é erotizar a sustentabilidade para que assim ela se torne algo mais atraente.</p>
<h3><strong>Filhos órfãos</strong></h3>
<p>Um outro ponto levantado foi como a atual geração é órfã de seus pais. Por mais que vivam juntos passam pouquíssimo tempo juntos, mal conversam. E daí veio um exemplo muito bom sobre os cartões de vale-presente. Eles são o cúmulo do desconhecimento de uma pessoa e como você não sabe nada dá um vale-presente pra ela comprar o que quiser.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Fico imaginando se, depois de assistir o vídeo, você<strong> </strong>acharia mesmo que não tem nada a ver com o meio ambiente? (Se já pensa o contrário, ótimo!)</p>
<p>Cortella ternina o livro com uma frase de François Rabelais, que disse: <strong>&#8220;Conheço muitos que não puderam quando deviam porque não quiseram quando podiam&#8221;</strong>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>interação nas mídias sociais</title>
		<link>http://matofino.com.br/anotacoes/interacao-midias-sociais/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 03:15:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@matofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[wordcamp-br]]></category>

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		<description><![CDATA[como as mídias sociais formam a identidade profissional na blogosfera também foi tema no wordcamp-br. sem dúvida a relação entre cybernéticos é fundamental para aproximação profissional, social e até mesmo de tráfego. voluntáriamente, cobri o wordcamp brasil que aconteceu neste domingo, 21 de maio. disponibilizei as fotos para a comunidade wordpress brasil e também no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Flash Video Resizer 1.5 : 1pixel --><p>como as mídias sociais formam a identidade profissional na blogosfera também foi tema no wordcamp-br.</p>
<p>sem dúvida a relação entre cybernéticos é fundamental para aproximação profissional, social e até mesmo de tráfego.</p>
<p>voluntáriamente, cobri o<strong><a target="_blank" href="http://www.wordpress-br.com/wordcamp-brasil" target="_blank"> wordcamp brasil</a> </strong>que aconteceu neste domingo, 21 de maio. disponibilizei as fotos para a comunidade wordpress brasil e também no flickr.</p>
<p>com alguns toques de seo, o álbum wordcamp-br foi um dos mais vistos.</p>
<p>gentilmente, o<strong> <a target="_blank" href="http://www.rafaeldesigner.com.br/blog/eventos/wordcamp-brasil-2009-wordpress-br" target="_blank">blogueiro rafael designer</a></strong> também publicou  uma galeria com as melhores fotos do evento. este comportamento está totalmente de acordo com a idéia de se adiquirir grandes audiências.</p>
<p>o esforço coletivo promove muito mais benefícios do que as ações individuais.</p>
<p>valeu rafa!</p>
]]></content:encoded>
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